sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Eu e o Feitço de Noel na MEC ao vivo

No dia 29 de outubro, estive junto com o meu professor PC Guimarães nos estúdios da Radio MEC para divulgar o blog Feitiço de Noel, trabalho que estamos desenvolvendo lá na FACHA, faculdade onde estudo.

Abaixo, tem a íntegra da nossa participação em áudio e um pouco mais abaixo, em vídeo, tem os bastidores da nossa participação mais que proveitosa a MEC.




quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O "amigo da madrugada" fala de Noel Rosa


Amigos do blog,

Estive na simpática Rádio MEC, no Rio de Janeiro, e conversei com o lendário radialista e produtor musical Adelzon Alves.

Adelzon tem 51 anos de carreira no rádio e já trabalhou com nomes consagrados como Clara Nunes, Eliseth Cardoso, Cartola, Paulinho da Viola e até com o velho guerreiro Chacrinha.

Entusiasta do samba, ele se destaca por dar espaço a artistas que valorizam a cultura genuinamente nacional.

Em um papo descontraído, Adelzon fala de Noel Rosa, conteúdo este que você ouvirá no blog Feitiço de Noel (http://feiticodonoel.blogspot.com).

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Noel Rosa x Wilson Batista - Briga de sambistas grandes - Um aperitivo...

Eu, acompanhado de mais cinco amigos e com a supervisão do excelente professor e botafoguense "sadio" PC Guimarães, participo de um belo projeto de curso na FACHA, faculdade onde estudo: um blog sobre o centenário de nascimento do poeta da Vila Isabel, o mito Noel Rosa.

Abaixo, segue a parte 1 - de um total de 3 - do programa especial que fizemos sobre o confronto musical Noel Rosa x Wilson Batista. Além de belas histórias e músicas, o ouvinte terá a oportunidade de ouvir o próprio Wilson Batista falando desta "briga" de sambas.

Apreciem aí a parte 1 e não esqueçam de conferir as outras duas no nosso blog que você acessa clicando no título deste post;

Parte 1: Noel Rosa x Wilson Batista: O início da briga musical (Duração: 15’34’’)

sábado, 24 de outubro de 2009

Informar é fiscalizar

Acabo de ler o G1 e na Folha que já são 42 mortos na guerra tráfico x polícia aqui na cidade do Rio de Janeiro desde o último sábado (17)...

Macacos, Vila Cruzeiro, Matriz, São João...

Todas essas favelas, rebatizadas de comunidades pela mídia e governantes atuais, sofrem com o descaso e o abandono social que os governos - estadual, federal e municipal - praticam há anos e anos...

A propósito do tema, assisti ontem na FACHA o filme "ABAIXANDO A MÁQUINA", que foca no outro lado da lente dos fotográfos e cinegrafistas que trazem até nós a dura realidade de criminalidade na cidade maravilhosa: Os profissionais que trabalham diariamente na cobertura do factual urbano.

É de se emocionar, sensibilizar e ao mesmo tempo se indignar com as imagens e histórias do cotidiano carioca, comparado em alguns momentos com um "front" de uma guerra...

E ontem, o presidente Lula afirmou que "o papel da imprensa é informar, e não fiscalizar."

Agora, imaginem vocês se a imprensa carioca, diferentemente de São Paulo, não focasse a grave crise da segurança pública na nossa cidade?

Informar não é fiscalizar?

Gostei da frase de um dos fotográfos: "A imprensa é o advogado dos carentes."

Não só dos carentes, diria eu, mas de todos aqueles que querem exercer seus direitos...

Estes profissionais, que arriscam suas vidas acompanhando as incursões policiais em favelas e morros, são fundamentais para o exercício diário de cidadania.

Verdadeiros herois anônimos.

Pena que as favelas e morros do RJ são destaque na maioria das vezes apenas pelas suas tragédias. Poucas vezes vi ou li reportagens que mostravam o lado B da coisa,

O lado Bom.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Um tipo de comentarista "doidão"

Leiam o que saiu no portal Comunique-se:

Jornal americano oferece emprego para crítico de maconha

Da Redação

O jornal americano Westword, de Denver, no Colorado, está procurando um crítico de maconha. O profissional contratado será responsável pela publicação de uma artigos para a coluna Mile Highs and Lows, especializada no uso medicinal da erva.

“Tenha em mente que não é sobre a qualidade do medicamento do local, mas uma avaliação sobre a qualidade do estabelecimento. Afinal, não podemos ter o nosso crítico ‘doidão’ o tempo inteiro”, diz o anúncio.

Colorado é um dos 14 estados americanos onde o consumo de maconha para uso medicinal é permitido. Para se candidatar ao emprego, o interessado deve possuir um cartão de identificação que permita o acesso ao medicamento. Além disso, deve enviar um “currículo”.

“Mande um currículo (informal, tudo bem, mas escrito a mão num papel de enrolar baseado, não) e um artigo de um parágrafo sobre ‘O que a maconha representa para mim’”.


Imaginem um processo seletivo destes no Brasil... No Rio... e na minha Faculdade então...

Imaginem também se ele resolver sempre "experimentar" o produto de seu trabalho antes de escrever...

sábado, 17 de outubro de 2009

Saudades do ontem, medo do hoje e esperança para amanhã

Há 16 dias, o Rio de Janeiro foi escolhido pelo Comitê Olímpico Internacional para ser a cidade-sede dos jogos olímpicos de 2016. Feito Inédito.

Mas nada inédito foi o que aconteceu - e continua acontecendo enquanto escrevo - hoje na comunidade do Morro dos Macacos, nos antes agradáveis bairros do Grajaú e Vila Isabel.

Tiroteio desde cedo, uma facção criminosa rival tenta invadir a localidade, e ainda sem saber quem foi ou foram os responsáveis, um helicóptero da polícia militar foi atingido por balas, pegou fogo e mesmo com a habilidade do piloto que desviou de prédios, caiu logo em seguida em um campo de futebol e explodiu. Dois policiais morreram. Outros dois se feriram.

Detalhe: A cúpula da PM, bem como a sua "inteligência", sabiam do ataque criminoso deste sábado.

A população já não aguenta mais bravatas, retóricas ou desculpas esfarrapadas. Precisamos ter ação com uma real inteligência, e que a partir de ontem se organize as ações públicas em todas as necessidades básicas da sociedade. Saúde, Educação, Habitação e Segurança Pública.

A imprensa mundial já repercute negativamente - principalmente a de Madrid, cidade derrotada na escolha - o fato e já o associam a recente escolha do Rio como cidade olímpica em 2016.

Triste fato, lamento a morte trágica dos policiais e dos inocentes.

Saudades, mesmo sem ter vivido pessoalmente, quando em Vila Isabel só se tinha os confrontos musicais de Noel Rosa e Wilson Batista, por exemplo. O Samba era a priincipal característica do bairro.

Hoje, é o Morro dos Macacos e a criminalidade.

Tempos que, mesmo com a olimpíada, podem nunca mais voltar.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Curtas e Grossas...

O senador Eduardo Suplicy atende a um pedido da bela - mas cada vez mais magra - Sabrina Sato, "repórter" do humorístico "Pânico na TV", para colocar uma sunga vermelha em pleno Senado Federal;

Alex Teixeira, Maicon e Souza perdem pênaltis contra Gana na "decisão mais ganha" que foi perdida pelos meninos do Brasil no Mundial sub-20...

Na Austrália, Um bebê caiu na linha do trem no momento em que o mesmo estacionava, foi arrastado por 30 metros e nada sofreu. A mãe, que por um segundo se distraiu, quase morreu de susto. Milagre?

Maradona vai ser investigado pela FIFA pelo "desabafo" nada formal após a suada calssificação da Argentina à Copa de 2010 na África do Sul, terra de Joel Santana, que balança - e muito - no cargo.

Lula passeia por obras com Dilma, Ciro e até o Aécio! e diz que não faz campanha eleitoral.

Após a classificação, Honduras pode até ter Zelaya novamente no poder. Tudo graças ao empate da Costa Rica e a cabeça quente do René Simões, aquele mesmo que no início deste ano era treinador do Fluminense, que, aliás, ainda acredita que não vai cair para a segunda divisão.

Ano passado eu pensava o mesmo do meu Vasco.

Chega o Kindle, Bonner no Twitter avisando que não vai fazer o JN, R7 - aliás por que 7? - a modernização, velocidade, era da informação, TI, ufa! e os preceitos básicos do bom jornalismo que estão se dissipando ultimamente...

Ninguém comenta?

Nem sempre o que é, é. E o que não é, pode ser que é.

Viva a era do Ctrl+C e Ctrl+V!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Como uma onda no mar...

Toda a grande imprensa tem noticiado que a crise financeira - que teve o seu auge com a falência do banco Lehman Brothers, há exato uma ano - está mais branda e para muitos, já passou.

O engraçado é que, enquanto as especulações da imprensa e economistas davam conta que o mundo ia se debruçar em uma amarga crise financeira, o presidente Lula, na contramão do pânico, declarou que no Brasil esta crise ia ser só uma "marolinha"... Uma pequena onda, sem maiores distúrbios... Lula resaltou que o Brasil estava fortalecido e que a economia do país não sofreria maiores abalos com a crise de origem americana... A crise dos pais do capitalismo...

Na época, muitas cabeças intelctuais e coroadas dos mais diversos setores, criticaram asperadamente o nosso bravo mandatário republicano...

E hoje, após um ano, leio no G1 a seguinte notícia:

Lula teve 'visão correta' ao falar que crise era 'marolinha', diz 'Le Monde'

Segundo jornal, governo foi 'preciso em estratégia concentrada no apoio do mercado interno'.

Lembrando que o "Le Monde" é um tablóide frances...

Será que os franceses foram os primeiros a dar o braço a torcer para a sapiência humanística de Lula ou estão fazendo uma média com ele, pois o Brasil fechou recentemente um acordo com a França de Sarkozy na área militar que envolve bilhões de doláres?

Seja o que for, Lula sai novamente fortalecido.

Deve ter gente se rasgando de inveja. Imagine se ele tivesse passado pela FGV, Harvard, ou outras mais?

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Má pontaria

Aquele jornalista Iraquiano que atirou os dois sapatos tamanho 44 no então presidente dos Estados Unidos George W. Bush, e que havia sido preso, foi libertado após 9 meses de detenção.

Ele está sendo tratado como um heroi nacional. Inúmeros pedidos de casamento, casas, carros, quantias em dinheiro e muitas propostas de emprego o esperam.

Aqueles sapatos representaram a indignação de bilhões de pessoas.

Eu não o soltaria. Ele não acertou! Se tivesse acertado, aí sim...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Histórias de taxista

Estive em São Paulo nos dias 01 e 02 de setembro.

A trabalho.

Jantei em um restaurante Japonês chamado "BaYano".

"Enfrentei" os famigerados congestionamentos de trânsito das Marginais...

E lá, estando em um taxi, ao passar em frente aos Centros de Treinamento de São Paulo e Palmeiras - ficam um ao lado do outro - fui informado pelo motorista que Renato Gaúcho tinha sido demitido do Fluminense.

Aí, perguntei-lhe se já havia substituto. O taxista, santista saudoso dos tempos de Pelé, respondeu: - "Tem. E é solução que antes já não deu certo."

Sendo assim, especulei: Parreira? O Taxista respondeu: - "Não".

Abel? Valdir Espinosa? Carpegiani?... Vários nomes e sempre a negativa.

"Não deu" - encerrei. Quem é o "escolhido"?

- "Cuca". Disse com um ar de "xi, já vi este filme antes"...

O Fluminense é a síntese da crise que vive o futebol carioca dentro e fora de campo: Um clube tradicional, com uma grande projeção nacional, com uma imensa torcida e que há alguns anos vive a derrocada financeira e futebolística em virtude da má administração.

E olha que estou em São Paulo, estado que tem o atual campeão da Copa do Brasil - Corinthians - e seis clubes na série A, sendo que um lidera - Palmeiras - e o outro é o terceiro colocado - São Paulo - este último, apenas hexacampeão e atual tricampeão seguido.

Que inveja, hein...

Já no futebol carioca, o Flu...

Desde 1996 coleciona maus resultados, como os três rebaixamentos, e até alguns bons resultados, como o vice-campeonato da Taça Libertadores de 2008 e o título da Copa do Brasil de 2007.

Isso nada mudou positivamente no clube.

E a "colcha de retalhos" que é sua administração, com os vice-presidentes desalinhados e um patrocinador que interfere no grupo ao seu bel-prazer, fazem do Flu um clube mais que desorganizado. O Flu hoje é um clube desestruturado.

Como motivar um elenco cujo quem é atleta da patrocinadora recebe em dia enquanto quem é jogador do próprio clube está há meses sem receber?

Sem contar os fiuncionários que já ameaçaram fazer greve e os vice-presidentes que já pediram demissão...

Acho que o quarto rebaixamento em 13 anos será inevitável e possivelmente a única solução...

Com isso, os torcedores, estes de primeiríssima linha, sofrem com a incompetência dos últimos administradores e acompanham o clube perder força. Mas com a história, jamais morrer.

Espero que no final, não culpem o Cuca.

Enfim, cheguei a Rua Croata, meu destino em São Paulo. Encerramos o bate-papo sobre futebol. Paguei o taxista. Vou dormir.

O último a sair, que apague a luz.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Pífio preconceito

Leio no portal G1 que a Microsoft pediu desculpas após ser acusada de trocar a face de um homem de cor negra por um de cor branca em um anúncio publicitário veiculado em seu site na versão polonesa.

A Microsoft disse que retirou a imagem de seu site e que investigará quem foi o responsável pelas mudanças na imagem. A imagem alterada, na qual havia também um homem asiático e uma mulher branca, foi amplamente divulgada e circulada em sites e blogs na internet.

Vejam a foto: (Crédito: portal G1)



Para quem gosta de falar que o racismo acabou... Taí a prova de que ele ainda é muito presente...

A lamentar...

Bola cheia ou Bola murcha?

Depois de cobrar explicações do presidente do senado federal, José Sarney (PMDB-AP) em relação as acusações sobre os atos secretos, o famigerado senador Eduardo Suplicy (PT-SP), durante seu discurso de ontem no plenário, sacou um cartão vermelho para Sarney e a crise na instituição.

Suplicy fez uma analogia ao futebol, também muito usado pelo presidente Lula, declarando: “O que faz o juiz nos campos de futebol do Brasil para que todos entendam? Apresenta o cartão vermelho".


Crédito: Jornal ODIA


Já há quem diga que o Sarney vai entrar com um efeito suspensivo no STJD e jogar normalmente as próximas partidas...


Se for sacar - de fato - o cartão vermelho no senado para senadores, acho que não sobra um...

E como diz o meu professor de Ética na FACHA, não falta Ética para o Conselho de Ética, falta MORAL.

Esse jogo não acaba não? Quantos minutos de acréscimos foram dados para essa turma?