Ontem, o comunicador da Rádio Globo Brasil, Roberto Canázio, entrevistou em seu programa "Se Liga Brasil!" o polêmico deputado Sérgio Moraes. Ele era, pois foi afastado, relator do processo que investigava o deputado Edmar Moreira, o suposto dono do Castelo de R$ 20 milhões, por ter usado indevidamente as verbas indenizatórias que os deputados têm direito. Canázio interpelava o parlamentar sobre a manifestação de "se lixar para a opinião pública" do país, justificada pelo deputado na entrevista que com os desdobramentos, ficou áspera.
Clique no título do Post ou acesse www.radioglobo.com.br para ouvir o áudio com a entrevista.
sábado, 16 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Google dependência
Há alguns dias atrás, o mega-portal Google que compreende um sem número de contas de e-mail, Orkut, You Tube e outras mais, ficou por duas horas fora do ar. De acordo com explicação dada pela empresa, o problema atingiu cerca de 14% usuários da companhia. O motivo apresentado foi um erro no sistema que causou um redirecionamento do tráfego para a Ásia, criando um congestionamento na rede.
Mas este problema foi o suficiente para deseperar algumas pessoas extremamente dependentes da grande rede, e principalmente do Google. Há algum tempo acompanhamos o crescimento desta empresa, que exerce uma grande influência na Internet e atualmente podemos chamar de monópolio da rede mundial.
Apenas duas horas são suficientes para provar o quanto nós, pobres mortais, somos dependentes de Máquinas. Há alguns anos elas não existiam, mas atualmente são essenciais.
Mas este problema foi o suficiente para deseperar algumas pessoas extremamente dependentes da grande rede, e principalmente do Google. Há algum tempo acompanhamos o crescimento desta empresa, que exerce uma grande influência na Internet e atualmente podemos chamar de monópolio da rede mundial.
Apenas duas horas são suficientes para provar o quanto nós, pobres mortais, somos dependentes de Máquinas. Há alguns anos elas não existiam, mas atualmente são essenciais.
Dor da Traição...
Ao passar por uma banca de jornal, me deparo com o já tradicional expositor de jornais impressos e dentre algumas manchetes como: Preso EX-PM que controlava Milícia na Zona Oeste, Possível CPI da Petrobrás, uma me chamou atenção: a do jornal EXTRA, aqui do Rio de Janeiro: "Divulgada novas fotos de Ronaldo durante a festa do título do Corinthians". As fotos, como estão aí abaixo, foram publicadas na coluna "Retratos da Vida", assinada pelo colunista Léo Dias.




O que chama a minha atenção, assim como a do meu amigo-irmão Alexandre, é que porque só agora essas fotos, que mostram um Ronaldo supostamente bebendo cerveja, alegre e abraçando um homem, "vazaram"? Engraçado que recentemente, Ronaldo assinou um contrato de aproximadamente R$ 15 milhões com o SBT de Silvio Santos para ser o garoto propaganda da emissora até o fim deste ano. Será que o Extra, pertencente as organizações Globo, foi uma via para o início da vingança da "traição" de Ronaldo à Globo?
Quando eclodiu o escândalo de Ronaldo com os Travestis, foi consenso nas organizações Globo proteger e enaltecer a imagem positiva de Ronaldo. Ele foi aos programas do Faustão, Luciano Huck, Angélica, Ana Maria Braga para mostrar que é o Ronaldo fenômeno, o maior artilheiro das copas e grande brasileiro. Já a Record preferiu sensacionalizar o fato, e por causa disso o jogador não foi a nenhum programa da emissora.
Tudo ia bem até o anúncio dessa parceria Ronaldo e SBT. A Globo não gostou. Se sentiu traída. Já na quarta-feira, durante a transmissão de Corinthians e Fluminense pela Copa do Brasil, nenhum repórter da emissora entrevistou Ronaldo. Seria o início de um boicote?
Globo e Flamengo, os mais populares do Brasil, podem se abraçar e chorar juntos, já que foram abandonados por Ronaldo... Ah dor de traição!




O que chama a minha atenção, assim como a do meu amigo-irmão Alexandre, é que porque só agora essas fotos, que mostram um Ronaldo supostamente bebendo cerveja, alegre e abraçando um homem, "vazaram"? Engraçado que recentemente, Ronaldo assinou um contrato de aproximadamente R$ 15 milhões com o SBT de Silvio Santos para ser o garoto propaganda da emissora até o fim deste ano. Será que o Extra, pertencente as organizações Globo, foi uma via para o início da vingança da "traição" de Ronaldo à Globo?
Quando eclodiu o escândalo de Ronaldo com os Travestis, foi consenso nas organizações Globo proteger e enaltecer a imagem positiva de Ronaldo. Ele foi aos programas do Faustão, Luciano Huck, Angélica, Ana Maria Braga para mostrar que é o Ronaldo fenômeno, o maior artilheiro das copas e grande brasileiro. Já a Record preferiu sensacionalizar o fato, e por causa disso o jogador não foi a nenhum programa da emissora.
Tudo ia bem até o anúncio dessa parceria Ronaldo e SBT. A Globo não gostou. Se sentiu traída. Já na quarta-feira, durante a transmissão de Corinthians e Fluminense pela Copa do Brasil, nenhum repórter da emissora entrevistou Ronaldo. Seria o início de um boicote?
Globo e Flamengo, os mais populares do Brasil, podem se abraçar e chorar juntos, já que foram abandonados por Ronaldo... Ah dor de traição!
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Porco ou mosquito?
Foram confirmadas ontem pelo Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, as primeiras quatro pessoas infectadas com o vírus da Gripe A, a famigerada Gripe Suína, no Brasil. Duas pessoas em São Paulo, uma em Minas Gerais e uma no Rio de Janeiro já foram tratadas e estão sem total risco de morte. Todas elas estiveram recentemente no México, país que registrou o foco da inédita doença. O ministro afirmou ainda que o Brasil está preparado para encarar uma possível epidemia, mas acredita que não haverá surto do vírus.
Até agora a gripe suína levou a óbito pouco mais de 40 pessoas em todo o mundo. Tenho lido que a gripe, apesar de nova e ter um vírus mutante, é de fácil tratamento com os remédios indicados. Já há o controle da doença em todo o mundo e a vida está voltando ao normal no México, supostamente o percursor deste pânico atual no mundo.
Comparando a gripe A com a Dengue por exemplo, ela ainda representa pouco risco a população. Só em 2008, segundo o site Estadao.com.br, a dengue vitimou fatalmente só no Rio de Janeiro 162 pessoas, em um montante de mais de 230 mil casos de pessoas infectadas confirmadas.
O fundamento da minha comparação é alertar que não esqueçamos de combater a Dengue. Mesmo com todos os holofotes para o simpático porquinho, ainda é um grande fantasma o aedes aegypti, um ínfimo mosquito que gerado principalmente por causa de nossos descuidos com o acúmulo de água, matou e pode matar muito só aqui em nossa cidade.
Até agora a gripe suína levou a óbito pouco mais de 40 pessoas em todo o mundo. Tenho lido que a gripe, apesar de nova e ter um vírus mutante, é de fácil tratamento com os remédios indicados. Já há o controle da doença em todo o mundo e a vida está voltando ao normal no México, supostamente o percursor deste pânico atual no mundo.
Comparando a gripe A com a Dengue por exemplo, ela ainda representa pouco risco a população. Só em 2008, segundo o site Estadao.com.br, a dengue vitimou fatalmente só no Rio de Janeiro 162 pessoas, em um montante de mais de 230 mil casos de pessoas infectadas confirmadas.
O fundamento da minha comparação é alertar que não esqueçamos de combater a Dengue. Mesmo com todos os holofotes para o simpático porquinho, ainda é um grande fantasma o aedes aegypti, um ínfimo mosquito que gerado principalmente por causa de nossos descuidos com o acúmulo de água, matou e pode matar muito só aqui em nossa cidade.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Opinião verdadeira
O relator do processo contra o Deputado Edmar Moreira (sem partido-MG), que foi acusado de ser proprietário de um castelo que custa em torno de R$ 25 milhões, o deputado Sérgio Moraes (PTB-RS) fez duras críticas a imprensa. Sobre a cobertura desses fatos que envolvem acusações contra parlamentares pelos veículos de comunicação, disse ele: “Pouca vergonha são as falsas afirmações da imprensa que vêm se estendendo todos os dias. Nunca concorreram a absolutamente nada e se intitulam donos da moral e da ética”. E não satisfeito falou mais: “Se temos 513 deputados e só um é investigado então ele é boi de piranha. O bonito para a imprensa é o Fernando Gabeira, que quando pegaram ele com passagens ele chamou vocês para pedir desculpas e todos se emocionaram”.
Mas o pior vem agora. Mostrando soberba e ignorando a manifestação pública de repúdio às corrupções rotineiras oriundas de Brasília, o nosso nobre deputado borrifou: “Estou me lixando para a opinião pública. Até porque a opinião pública não acredita no que vocês escrevem. Nós nos reelegemos mesmo assim.
Pode se afirmar que ele é corporativista. Ate aí, nada novo. Mas, este deputado foi destemido e sincero. O que ele falou reflete o que a grande maioria hoje de nossos parlamentares pensam e se apoiam. As retóricas, as falácias, sustentam inverdades e corrupções. E, como sabidamente, afirma o deputado, a opinião pública, o povo, a massa, a sociedade, esquece-se rapidamente destes escândalos como se acontecesse uma lavagem cerebral, e traz de volta através do voto, parlamentares condenados, cassados e por aí vai. Maior crédito a isso a falta de discernimento e consciência da representação cívica da população. Em uma nação que carece de uma boa educação, ainda não se aprendeu bem a votar.
A imprensa, claro, também tem a sua culpa. Defendendo seus interesses, determinados grupos de comunicação, divulgam o que lhe convém, e mascaram ou omitem informações. Mas há de lembrar que muitos donos de emissoras, jornais, rádios... são parlamentares. Será que há a isenção e a coragem de se noticiar a verdade?
Estão aí os dois lados da moeda. Fiquem a vontade para refletir e questionar. É assim que deve funcionar uma democracia. Com opinião pública e conhecimento da verdade.
Mas o pior vem agora. Mostrando soberba e ignorando a manifestação pública de repúdio às corrupções rotineiras oriundas de Brasília, o nosso nobre deputado borrifou: “Estou me lixando para a opinião pública. Até porque a opinião pública não acredita no que vocês escrevem. Nós nos reelegemos mesmo assim.
Pode se afirmar que ele é corporativista. Ate aí, nada novo. Mas, este deputado foi destemido e sincero. O que ele falou reflete o que a grande maioria hoje de nossos parlamentares pensam e se apoiam. As retóricas, as falácias, sustentam inverdades e corrupções. E, como sabidamente, afirma o deputado, a opinião pública, o povo, a massa, a sociedade, esquece-se rapidamente destes escândalos como se acontecesse uma lavagem cerebral, e traz de volta através do voto, parlamentares condenados, cassados e por aí vai. Maior crédito a isso a falta de discernimento e consciência da representação cívica da população. Em uma nação que carece de uma boa educação, ainda não se aprendeu bem a votar.
A imprensa, claro, também tem a sua culpa. Defendendo seus interesses, determinados grupos de comunicação, divulgam o que lhe convém, e mascaram ou omitem informações. Mas há de lembrar que muitos donos de emissoras, jornais, rádios... são parlamentares. Será que há a isenção e a coragem de se noticiar a verdade?
Estão aí os dois lados da moeda. Fiquem a vontade para refletir e questionar. É assim que deve funcionar uma democracia. Com opinião pública e conhecimento da verdade.
domingo, 3 de maio de 2009
É festa!
Parabenizo os campeões estaduais por todo o Brasil, essa competição que pode não dar vaga na Libertadores, mas dá o prestígio de levantar o caneco do torneio mais antigo do país e que é responsável por momentos memoráveis.
Momentos memoráveis e que entram para a história como a decisão entre Flamengo e Botafogo de hoje. após um primeiro tempo equilibrado em que o rubro-negro soube aproveitar as oportunidades e fez 2 a 0, o Alvinegro empatou no segundo tempo na base da raça. Na disputa dos penaltis, prevaleceu a grandeza do excelente goleiro Bruno, que após defender uma cobrança de Vitor Simões no tempo normal, pegou os chutes de Juninho e Leandro Guerreiro, garantindo o 31º título flamenguista, o maior campeão do estado do Rio de Janeiro.
Agora é esperar a próxima semana com o início do sempre disputado e emocionante Brasileirão.
Momentos memoráveis e que entram para a história como a decisão entre Flamengo e Botafogo de hoje. após um primeiro tempo equilibrado em que o rubro-negro soube aproveitar as oportunidades e fez 2 a 0, o Alvinegro empatou no segundo tempo na base da raça. Na disputa dos penaltis, prevaleceu a grandeza do excelente goleiro Bruno, que após defender uma cobrança de Vitor Simões no tempo normal, pegou os chutes de Juninho e Leandro Guerreiro, garantindo o 31º título flamenguista, o maior campeão do estado do Rio de Janeiro.
Agora é esperar a próxima semana com o início do sempre disputado e emocionante Brasileirão.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Em terra de Pelé, Quem é rei, nunca perde a majestade...
Entre os vários jogos de decisões de estaduais ocorridas ontem por todo o Brasil, é unânime afirmar que o maior destaque foi o show de Ronaldo, a Ressurreição. Ele marcou dois lindos gols na vitória do Corinthians sobre o Santos por 3 a 1, no primeiro jogo da decisão do campeonato paulista.
Quando se contundiu mais uma vez, boa parte da crônica esportiva já decretava o fim da carreira de Ronaldo. Ao optar pela volta ao Brasil e jogar no Corinthians, o maior artilheiro da história das copas aceitou mais um desafio que só grandes jogadores aceitariam. Além das línguas ferozes a lhe contestar, Ronaldo iria ter pela frente uma torcida apaixonada e exigente, fiel ao clube.
Mas para um guerreiro, e não Brahmeiro, desafios são capítulos de um livro chamado: Vitórias. Ronaldo voltou, ainda mal fisicamente, mas demonstrando a qualidade que atualmente é coisa rara no mundo futebolístico. E justamente no estádio da Vila Belmiro, onde um certo rei, o rei do futebol Pelé brilhou por décadas e que acompanhava o jogo in loco, O "Fenômeno" imperou, e com gols em que a sua genialidade foi posta a prova, ele fez Santistas e Corintianos presenciarem um novo espetáculo de um membro real do futebol.
Parabéns Ronaldo, um exemplo para todos de superação.
Quando se contundiu mais uma vez, boa parte da crônica esportiva já decretava o fim da carreira de Ronaldo. Ao optar pela volta ao Brasil e jogar no Corinthians, o maior artilheiro da história das copas aceitou mais um desafio que só grandes jogadores aceitariam. Além das línguas ferozes a lhe contestar, Ronaldo iria ter pela frente uma torcida apaixonada e exigente, fiel ao clube.
Mas para um guerreiro, e não Brahmeiro, desafios são capítulos de um livro chamado: Vitórias. Ronaldo voltou, ainda mal fisicamente, mas demonstrando a qualidade que atualmente é coisa rara no mundo futebolístico. E justamente no estádio da Vila Belmiro, onde um certo rei, o rei do futebol Pelé brilhou por décadas e que acompanhava o jogo in loco, O "Fenômeno" imperou, e com gols em que a sua genialidade foi posta a prova, ele fez Santistas e Corintianos presenciarem um novo espetáculo de um membro real do futebol.
Parabéns Ronaldo, um exemplo para todos de superação.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Check-in
Após a eclosão de mais um escândalo com o erário, o dinheiro público, como este das passagens aéreas destinadas a parlamentares e a senadores que transferiam esses beneficios a terceiros, sejam parentes ou não, surge a pergunta: Já não é a hora de todos nós levarmos um pouco mais a sério os nossos votos para Deputados, Vereadores e Senadores?
Em um regime democrático e republicano como o nosso, a representatividade do poder legislativo é grande. Devemos lembrar que é de lá que saem as leis que conduzem a nossa nação. Sem maioria no congresso, dificilmente um chefe do executivo, seja Presidente, Governador ou Prefeito, governará com facilidade. Aí surge a máxima de que não é o executivo que governa, ele é governado...
Dificilmente lembramos os votos que demos a esses representantes públicos. Uma vez eleitos, ganham foro privilegiado e uma imunidade que para alguns maus elementos acabam sendo o passaporte para cometer ilegalidades, além dos inúmeros benefícios concedidos a estes homens e mulheres públicas que acabam gerando polêmicas como estas.
Valorizemos o nosso voto, entendamos a importância de escolher um representante merecedor de estar a frente de nossos interesses. Caso contrário, a farra com o dinheiro público continuará até um dia que a fonte secará...
Em um regime democrático e republicano como o nosso, a representatividade do poder legislativo é grande. Devemos lembrar que é de lá que saem as leis que conduzem a nossa nação. Sem maioria no congresso, dificilmente um chefe do executivo, seja Presidente, Governador ou Prefeito, governará com facilidade. Aí surge a máxima de que não é o executivo que governa, ele é governado...
Dificilmente lembramos os votos que demos a esses representantes públicos. Uma vez eleitos, ganham foro privilegiado e uma imunidade que para alguns maus elementos acabam sendo o passaporte para cometer ilegalidades, além dos inúmeros benefícios concedidos a estes homens e mulheres públicas que acabam gerando polêmicas como estas.
Valorizemos o nosso voto, entendamos a importância de escolher um representante merecedor de estar a frente de nossos interesses. Caso contrário, a farra com o dinheiro público continuará até um dia que a fonte secará...
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Banheiro público
Li uma notícia que me chamou e atenção: "Xixi põe em risco a estrutura de passarelas e viadutos em Salvador, Bahia". Acontece que com o hábito de aliviar a bexiga nos locais mais discretos, as pessoas preferencialmente urinam em em pilastras e alicerses de sustentação de viadutos e passarelas, o que compromete a estrutura, pois o nosso "xixi" tem alta acidez e corroi o cimento e os ferros dessas construções. A prefeitura irá reforçar as estruturas, gastando em torno de R$ 500 mil.
Pego este assunto para comentar o quanto nós somos displicentes com o mobiliário urbano. Sem consciência do "efeito borboleta" que é descuidar do que é bem público, a sociedade não consegue enxergar a sua alta responsabilidade na conservação do seu patrimônio. Como é de praxe colocar a culpa nas autoridades, apesar de algumas vezes eles serem os culpados, nem sempre, como neste caso do pseudo-inofensivo xixi, é problema causado por negligência política. Além de afetar muito a nossa qualidade de vida, esse relaxamento mexe muito com o nosso bolso, pois é daí que sai o alto valor que se gasta com a manutenção do que é destruído.
A negligência e promiscuidade é nossa, que não determinamos o real valor de cuidar das coisas. Quem passa pela Central do Brasil no Rio de Janeiro, por exemplo, sabe o quanto é incômodo o forte odor de amônia expelido pelas centenas, quiçá milhares, de pessoas que urinam por ali. Tem polícia, já teve até gente presa, mas o desrespeito e a inconsciência continuam...
Isso vale para o lixo que jogamos para fora da janela do veículo em movimento, pichações, vandalismos e por aí vai...
Penso que é um problema sócio-educacional, e que a solução começa em casa, com a família, e passa pelas escolas e pela mídia também, com a conscientização da sociedade.
Se desaba um viaduto desses e morrem inúmeras pessoas vítimas do despretensioso xixi de alguns... Já imaginaram? Lembremos que algumas catástrofes de grande escala, como as enchentes, tem em nosso descuido, uma das causas. Lembremos do sofá, das garrafas pet, dos pneus... que jogamos nos canais e rios de grandes cidades...
Vamos puxar a descarga certa! Senão podemos mandar para o fundo do esgoto nós mesmos...
Pego este assunto para comentar o quanto nós somos displicentes com o mobiliário urbano. Sem consciência do "efeito borboleta" que é descuidar do que é bem público, a sociedade não consegue enxergar a sua alta responsabilidade na conservação do seu patrimônio. Como é de praxe colocar a culpa nas autoridades, apesar de algumas vezes eles serem os culpados, nem sempre, como neste caso do pseudo-inofensivo xixi, é problema causado por negligência política. Além de afetar muito a nossa qualidade de vida, esse relaxamento mexe muito com o nosso bolso, pois é daí que sai o alto valor que se gasta com a manutenção do que é destruído.
A negligência e promiscuidade é nossa, que não determinamos o real valor de cuidar das coisas. Quem passa pela Central do Brasil no Rio de Janeiro, por exemplo, sabe o quanto é incômodo o forte odor de amônia expelido pelas centenas, quiçá milhares, de pessoas que urinam por ali. Tem polícia, já teve até gente presa, mas o desrespeito e a inconsciência continuam...
Isso vale para o lixo que jogamos para fora da janela do veículo em movimento, pichações, vandalismos e por aí vai...
Penso que é um problema sócio-educacional, e que a solução começa em casa, com a família, e passa pelas escolas e pela mídia também, com a conscientização da sociedade.
Se desaba um viaduto desses e morrem inúmeras pessoas vítimas do despretensioso xixi de alguns... Já imaginaram? Lembremos que algumas catástrofes de grande escala, como as enchentes, tem em nosso descuido, uma das causas. Lembremos do sofá, das garrafas pet, dos pneus... que jogamos nos canais e rios de grandes cidades...
Vamos puxar a descarga certa! Senão podemos mandar para o fundo do esgoto nós mesmos...
segunda-feira, 13 de abril de 2009
A primeira impressão é a que fica ?
Amigos do Blog, me respondam: Como vocês buscam as informações atualmente? É por intermédio de qual canal? Mesmo sem os comentários, já prevejo que a maioria vai responder: TV, Rádio ou Internet. A maneira de transmissão de mensagens evoluiu com o surgimento de novas tecnologias, que não aposentavam as então mais usadas, mas o forçavam a se reinventar. A rede mundial de computadores, vem revolucionando e criando uma nova face no que tange a maneira de transmitir conteúdo, que é a de convergir texto, imagem e som.
Em detrimento a essas revoluções, o jornal impresso, a maior vítima, foi perdendo espaço e mesmo com as inovações e transformações ao longo dos anos, vem registrando queda acentuada em sua circulação. Abaixo, uma matéria extraída do portal comunique-se (www.comunique-se.com.br) sobre os 118 anos do famigerado "JORNAL DO BRASIL", o popular JB, e as características que envolve a sua história e a dos períodicos impressos ontem, hoje e a possível previsão, será apocaliptica ou otimista?,para o amanhã.
"JB 118 anos: 'Newspaper' ou 'Journal'? A aposta no futuro
Marcos Troyjo (*)
Fonte:Jornal do Brasil
Crise. Eis a palavra de ordem para jornais no mundo inteiro. Penúria, dificuldade. Momento, como sugeria Antonio Gramsci, em que o velho ainda não morreu e o novo tampouco nasceu.
Mas crise é também julgamento, exame, avaliação. E, nesse repensar, as perguntas: o que acontecerá com o jornalismo impresso? Qual o futuro da mídia? Vale começar, contudo, com o que está acontecendo agora; com o presente da mídia.
Esta conjuntura de 2009, em que o Jornal do Brasil celebra seus 118 anos, é a de um mundo em que:
– a maior empresa de mídia, o Google, não produz um único grama de conteúdo sequer;
– jornais comem poeira da TV, Rádios, Instant Messengers e noticiosos on-line nos chamados “furos”, cada vez mais raros – e, vale dizer, dispensáveis – na mídia impressa;
– na Wikipedia, a enciclopédia colaborativa on-line, há 12 vezes mais verbetes do que na Enciclopédia Britânica, com diferencial de erros desprezível;
– o New York Times, maior marca de mídia impressa do planeta, perdeu 50% de sua circulação paga nos últimos 5 anos;
– o Clarín, jornal argentino, o maior da América Latina, não tem um assinante sequer;
– a redação do maior jornal de economia em espanhol, o Expansión, funciona numa laje de 120 m² em Madri;
– no Brasil, onde a densidade digital da sociedade ainda é relativamente baixa, a venda de celulares ultrapassa a de computadores, que por seu turno supera a de televisores;
– um em cada 4 indivíduos encontra-se plugado na internet;
– centros dinâmicos de empreendedorismo e conhecimento como Boston, Seattle e São Francisco estão perdendo seus tradicionais Globe, Post-Intelligencer e Chronicle. O Boston Globe, a propósito, comprado pelo Grupo NYT há 16 anos por US$ 1 bilhão, está à venda nesta semana por US$ 12 milhões.
A julgar por esse quadro, parece anacrônica a questão se os jornais um dia irão acabar. Com base no fracasso de modelos de negócios tradicionais, eles já acabaram.
Como explicar então o inegável fato de que as pessoas estão cada vez mais bem informadas, que nunca se consumiram doses tão abundantes de notícias, análises, opiniões; que nunca o jornalismo repercutiu tanto.
Além de apontar o óbvio paradoxo de que a disponibilidade da informação vem (fatalmente, para a imprensa) acompanhada de gratuidade, há que sublinhar: não é apenas a mídia (meios) que mudou, mas também a origem e os destinos da informação.
A origem, há um tempo restrita à Redação própria de cada jornal, hoje está no universo de sites, agências de notícias, blogs, vlogs, universidades, nas empresas de qualquer ramo. Circula, enfim, no ciberespaço.
O destino, na mesma medida, que segmentava, por mídia, o tipo de consumidor em suas várias formas (leitor, ouvinte, telespectador, internauta, etc.) condensa-se progressivamente graças à convergência tecnológica.
O grande sucesso da editoria Sociedade Aberta, neste Jornal do Brasil, é exemplo vivo disso. Nenhum jornal do país traz tantos artigos de opinião dos mais diferentes matizes ideológicos e técnicos da sociedade quanto o JB.
Daí surgir mesmo um novo profissional de mídia. Muito preparo e talento na comunicação via texto, som, vídeo. Distinto do profissional passivo, pautado, monomídia, apenas “jornalista”.
Ele hoje tem de ser um publisher capaz de operar em várias plataformas e atento aos vários aspectos do “negócio” além do conteúdo. E, é claro, uma fixação com o aprimoramento constante que beira o “apenas os paranóicos sobrevivem”, conforme o ensinamento de Andrew Grove, o fundador da Intel. Se ele é este profissional, então neste novo mundo ele é um sujeito de grande importância e alcance sempre.
O jornal escrevia para o leitor. A marca de mídia terá, contudo, de estar com o consumidor em toda dimensão de sua cidadania informacional.
Nos países da OCDE, por exemplo, onde são altos os índices de leitura e de alfabetização digital, o tempo médio diário de um leitor com o jornal na mão é de apenas 22 minutos. Fica, no entanto, com seu computador ligado durante 8 horas por dia; seu celular por 16 horas.
No Brasil, a situação não é muito diferente. No futuro breve, jornais diários de grande circulação serão quase que sinais de subdesenvolvimento ou atraso digital de um país. Não é de estranhar que nos EUA, em 2008, mais pessoas obtiveram suas notícias gratuitamente na Internet do que em jornais ou revistas pelas quais tenham pago algum dinheiro. Será que nesse mundo faz algum sentido o lema do New York Times “all the news that's fit to print”?
Talvez aí esteja a chave para o futuro dos jornais. Deixarão de ser newspapers em mais de um sentido, já que são derrotados ingloriamente na corrida tecnológica da notícia e nos custos (econômicos e ambientais) do papel.
De modo crescente – e irreversível – as notícias (news) vão para o digital, para o tempo real gratuito e, onde houver aprofundamento e exclusividade, para um modelo pago e portanto economicamente sustentável.
Daí a importância dos diferenciais, como já apresenta o jb.com.br, nos blogs, serviços e pesquisas que funcionam como atrativos de tráfego. O impacto da enquete online do JB sobre o Obelisco de Ipanema ilustra a pulsão vital deste elo entre o jornal e sua comunidade.
E o papel? Os jornais haverão de se tornar journals. “Diários”, a bem dizer, não como algo impresso a cada dia, mas na dimensão quase afetiva do objeto físico onde se depositam (Querido Diário, hoje eu...) impressões, análises e opiniões sobre aquilo que se vive e viveu. A Economist, “revista” mais influente do mundo, gosta de se definir como journal.
No limite, a missão – e a chance – dos jornais impressos será rever o cotidiano com os olhos da razão. É isso. Rever. Jornais impressos serão revistas. E, no nosso caso, este caminho será trilhado de mãos dadas entre o jornal e os milhares que amam e torcem pelo JB.
(*) CEO da Companhia Brasileira de Multimídia - Texto de 11/04/09"
Em detrimento a essas revoluções, o jornal impresso, a maior vítima, foi perdendo espaço e mesmo com as inovações e transformações ao longo dos anos, vem registrando queda acentuada em sua circulação. Abaixo, uma matéria extraída do portal comunique-se (www.comunique-se.com.br) sobre os 118 anos do famigerado "JORNAL DO BRASIL", o popular JB, e as características que envolve a sua história e a dos períodicos impressos ontem, hoje e a possível previsão, será apocaliptica ou otimista?,para o amanhã.
"JB 118 anos: 'Newspaper' ou 'Journal'? A aposta no futuro
Marcos Troyjo (*)
Fonte:Jornal do Brasil
Crise. Eis a palavra de ordem para jornais no mundo inteiro. Penúria, dificuldade. Momento, como sugeria Antonio Gramsci, em que o velho ainda não morreu e o novo tampouco nasceu.
Mas crise é também julgamento, exame, avaliação. E, nesse repensar, as perguntas: o que acontecerá com o jornalismo impresso? Qual o futuro da mídia? Vale começar, contudo, com o que está acontecendo agora; com o presente da mídia.
Esta conjuntura de 2009, em que o Jornal do Brasil celebra seus 118 anos, é a de um mundo em que:
– a maior empresa de mídia, o Google, não produz um único grama de conteúdo sequer;
– jornais comem poeira da TV, Rádios, Instant Messengers e noticiosos on-line nos chamados “furos”, cada vez mais raros – e, vale dizer, dispensáveis – na mídia impressa;
– na Wikipedia, a enciclopédia colaborativa on-line, há 12 vezes mais verbetes do que na Enciclopédia Britânica, com diferencial de erros desprezível;
– o New York Times, maior marca de mídia impressa do planeta, perdeu 50% de sua circulação paga nos últimos 5 anos;
– o Clarín, jornal argentino, o maior da América Latina, não tem um assinante sequer;
– a redação do maior jornal de economia em espanhol, o Expansión, funciona numa laje de 120 m² em Madri;
– no Brasil, onde a densidade digital da sociedade ainda é relativamente baixa, a venda de celulares ultrapassa a de computadores, que por seu turno supera a de televisores;
– um em cada 4 indivíduos encontra-se plugado na internet;
– centros dinâmicos de empreendedorismo e conhecimento como Boston, Seattle e São Francisco estão perdendo seus tradicionais Globe, Post-Intelligencer e Chronicle. O Boston Globe, a propósito, comprado pelo Grupo NYT há 16 anos por US$ 1 bilhão, está à venda nesta semana por US$ 12 milhões.
A julgar por esse quadro, parece anacrônica a questão se os jornais um dia irão acabar. Com base no fracasso de modelos de negócios tradicionais, eles já acabaram.
Como explicar então o inegável fato de que as pessoas estão cada vez mais bem informadas, que nunca se consumiram doses tão abundantes de notícias, análises, opiniões; que nunca o jornalismo repercutiu tanto.
Além de apontar o óbvio paradoxo de que a disponibilidade da informação vem (fatalmente, para a imprensa) acompanhada de gratuidade, há que sublinhar: não é apenas a mídia (meios) que mudou, mas também a origem e os destinos da informação.
A origem, há um tempo restrita à Redação própria de cada jornal, hoje está no universo de sites, agências de notícias, blogs, vlogs, universidades, nas empresas de qualquer ramo. Circula, enfim, no ciberespaço.
O destino, na mesma medida, que segmentava, por mídia, o tipo de consumidor em suas várias formas (leitor, ouvinte, telespectador, internauta, etc.) condensa-se progressivamente graças à convergência tecnológica.
O grande sucesso da editoria Sociedade Aberta, neste Jornal do Brasil, é exemplo vivo disso. Nenhum jornal do país traz tantos artigos de opinião dos mais diferentes matizes ideológicos e técnicos da sociedade quanto o JB.
Daí surgir mesmo um novo profissional de mídia. Muito preparo e talento na comunicação via texto, som, vídeo. Distinto do profissional passivo, pautado, monomídia, apenas “jornalista”.
Ele hoje tem de ser um publisher capaz de operar em várias plataformas e atento aos vários aspectos do “negócio” além do conteúdo. E, é claro, uma fixação com o aprimoramento constante que beira o “apenas os paranóicos sobrevivem”, conforme o ensinamento de Andrew Grove, o fundador da Intel. Se ele é este profissional, então neste novo mundo ele é um sujeito de grande importância e alcance sempre.
O jornal escrevia para o leitor. A marca de mídia terá, contudo, de estar com o consumidor em toda dimensão de sua cidadania informacional.
Nos países da OCDE, por exemplo, onde são altos os índices de leitura e de alfabetização digital, o tempo médio diário de um leitor com o jornal na mão é de apenas 22 minutos. Fica, no entanto, com seu computador ligado durante 8 horas por dia; seu celular por 16 horas.
No Brasil, a situação não é muito diferente. No futuro breve, jornais diários de grande circulação serão quase que sinais de subdesenvolvimento ou atraso digital de um país. Não é de estranhar que nos EUA, em 2008, mais pessoas obtiveram suas notícias gratuitamente na Internet do que em jornais ou revistas pelas quais tenham pago algum dinheiro. Será que nesse mundo faz algum sentido o lema do New York Times “all the news that's fit to print”?
Talvez aí esteja a chave para o futuro dos jornais. Deixarão de ser newspapers em mais de um sentido, já que são derrotados ingloriamente na corrida tecnológica da notícia e nos custos (econômicos e ambientais) do papel.
De modo crescente – e irreversível – as notícias (news) vão para o digital, para o tempo real gratuito e, onde houver aprofundamento e exclusividade, para um modelo pago e portanto economicamente sustentável.
Daí a importância dos diferenciais, como já apresenta o jb.com.br, nos blogs, serviços e pesquisas que funcionam como atrativos de tráfego. O impacto da enquete online do JB sobre o Obelisco de Ipanema ilustra a pulsão vital deste elo entre o jornal e sua comunidade.
E o papel? Os jornais haverão de se tornar journals. “Diários”, a bem dizer, não como algo impresso a cada dia, mas na dimensão quase afetiva do objeto físico onde se depositam (Querido Diário, hoje eu...) impressões, análises e opiniões sobre aquilo que se vive e viveu. A Economist, “revista” mais influente do mundo, gosta de se definir como journal.
No limite, a missão – e a chance – dos jornais impressos será rever o cotidiano com os olhos da razão. É isso. Rever. Jornais impressos serão revistas. E, no nosso caso, este caminho será trilhado de mãos dadas entre o jornal e os milhares que amam e torcem pelo JB.
(*) CEO da Companhia Brasileira de Multimídia - Texto de 11/04/09"
domingo, 12 de abril de 2009
Emoção até o fim!
Foram de tirar o fôlego as semifinais dos campeonatos estaduais do Rio de Janeiro e São Paulo. Os resultados de certa maneira surpreenderam, pela goleada do Botafogo sobre o Vasco e pelas viradas de Santos e Corinthians. Porém, do ponto de vista de que em clássicos tudo é possível, os resultados refletiram a magia que é o futebol.
No sábado, coube ao Botafogo antecipar a Páscoa aos Vascainos. Um acachapante 4 x 0 levou o Glorioso a final da Taça Rio, e caso vença a decisão, será campeão carioca de 2009 sem a necessidade de finais. Neste jogo, o destaque positivo foi o atacante alvinegro Maicosuel, que com dois gols e uma excelente atuação, passeou diante do espaço deixado pelo lado direito do Vasco, principalmete pela má atuação de Paulo Sérgio, o destaque negativo.
Ainda no sábado, o Santos bateu o favorito Palmeiras de virada, por 2 a 1, e ficou a um empate das finais do Paulistão. O garoto Neymar mais uma vez foi decisivo, marcando um gol. Resta ao Palmeiras agora se concentrar para o duelo decisivo contra o Sport Recife, nesta próxima quarta, pela Libertadores.
No Domingo, dia da Páscoa. Chocolates, bacalhau, e dois belos espetáculos de futebol. No Rio, o Flamengo venceu o Fluminense por 1 a 0, gol do lateral esquerdo Juan, em uma falha tremenda de Fernando Henrique, e garantiu-se na briga para ser de maneira incostestável o maior campeão de estaduais do Rio. Hoje, o Mengo tem 30 títulos, igualmente ao Flu. Destaque para Kléberson, dono do meio-campo rubro-negro. Já o Tricolor, decepcionou com as apagadas atuações de seus craques Conca, Thiago Neves e Fred. Agora a Taça Rio terá na final Flamengo x Botafogo.
No Pacaembu, o Corinthians emocionou a sua Fiel torcida. O São Paulo saiu na frente, logo em seguida o Coringão empatou, e o resultado ia se arrastando por todo o jogo quando, já no fim, Cristhian fez o gol da virada e explodiu a galera que lotava as arquibancadas. Resultado que inverte a vantagem de empate ao Corinthians. Para o São Paulo, resta a vitória por qualquer placar, para chegar as finais.
Grandes duelos, fortes emoções. Domingo que vem teremos mais!
No sábado, coube ao Botafogo antecipar a Páscoa aos Vascainos. Um acachapante 4 x 0 levou o Glorioso a final da Taça Rio, e caso vença a decisão, será campeão carioca de 2009 sem a necessidade de finais. Neste jogo, o destaque positivo foi o atacante alvinegro Maicosuel, que com dois gols e uma excelente atuação, passeou diante do espaço deixado pelo lado direito do Vasco, principalmete pela má atuação de Paulo Sérgio, o destaque negativo.
Ainda no sábado, o Santos bateu o favorito Palmeiras de virada, por 2 a 1, e ficou a um empate das finais do Paulistão. O garoto Neymar mais uma vez foi decisivo, marcando um gol. Resta ao Palmeiras agora se concentrar para o duelo decisivo contra o Sport Recife, nesta próxima quarta, pela Libertadores.
No Domingo, dia da Páscoa. Chocolates, bacalhau, e dois belos espetáculos de futebol. No Rio, o Flamengo venceu o Fluminense por 1 a 0, gol do lateral esquerdo Juan, em uma falha tremenda de Fernando Henrique, e garantiu-se na briga para ser de maneira incostestável o maior campeão de estaduais do Rio. Hoje, o Mengo tem 30 títulos, igualmente ao Flu. Destaque para Kléberson, dono do meio-campo rubro-negro. Já o Tricolor, decepcionou com as apagadas atuações de seus craques Conca, Thiago Neves e Fred. Agora a Taça Rio terá na final Flamengo x Botafogo.
No Pacaembu, o Corinthians emocionou a sua Fiel torcida. O São Paulo saiu na frente, logo em seguida o Coringão empatou, e o resultado ia se arrastando por todo o jogo quando, já no fim, Cristhian fez o gol da virada e explodiu a galera que lotava as arquibancadas. Resultado que inverte a vantagem de empate ao Corinthians. Para o São Paulo, resta a vitória por qualquer placar, para chegar as finais.
Grandes duelos, fortes emoções. Domingo que vem teremos mais!
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Identidade em crise
E após várias especulações sobre a sua situação, o atacante da Internazionale de Milão e da Seleção Brasileira, Adriano, concedeu uma entrevista coletiva revelando que "dará um tempo" indeterminado em sua carreira.
Declarando estar sofrendo pressão na Itália, o jogador tomou a decisão surpreendente e disse que isto nada tem a ver com depressão, drogas, alcoolismo e um suposto envolvimento com traficantes de drogas na favela de Vila Cruzeiro, localizada na cidade do Rio de Janeiro.
Vários psicólogos consultados pelos veículos de imprensa chegaram praticamente a uma mesma conclusão: A ascensão financeira do atacante pode ter causado uma crise de identidade. A fama e os holofotes podem ter pressionado ele.
Quem conhece o mundo o futebol sabe que 99% dos jogadores bem sucedidos - o que não é a realidade do futebol, já que a maioria é assalariado - provém de uma origem muito humilde, pobre e repentinamente ascende para a riqueza meteórica, de cifras muitas vezes incalculáveis. Se não houver um trabalho, iniciado com a base familiar, para preparar o atleta para esta drástica mudança, esses casos de "crises de identidade" continuarão acontecendo.
Não é inédito, e visto que atualmente esta situação acontece cada vez mais precoce, com jogadores de 17, 18 anos, poderemos ter outros casos como este. Especificamente com o Adriano, desde o falecimento de seu pai, seu grande incentivador e curador, os sucessivos casos de desvirtuamento passaram a acontecer.
Sorte e recuperação rápida ao Imperador!
Declarando estar sofrendo pressão na Itália, o jogador tomou a decisão surpreendente e disse que isto nada tem a ver com depressão, drogas, alcoolismo e um suposto envolvimento com traficantes de drogas na favela de Vila Cruzeiro, localizada na cidade do Rio de Janeiro.
Vários psicólogos consultados pelos veículos de imprensa chegaram praticamente a uma mesma conclusão: A ascensão financeira do atacante pode ter causado uma crise de identidade. A fama e os holofotes podem ter pressionado ele.
Quem conhece o mundo o futebol sabe que 99% dos jogadores bem sucedidos - o que não é a realidade do futebol, já que a maioria é assalariado - provém de uma origem muito humilde, pobre e repentinamente ascende para a riqueza meteórica, de cifras muitas vezes incalculáveis. Se não houver um trabalho, iniciado com a base familiar, para preparar o atleta para esta drástica mudança, esses casos de "crises de identidade" continuarão acontecendo.
Não é inédito, e visto que atualmente esta situação acontece cada vez mais precoce, com jogadores de 17, 18 anos, poderemos ter outros casos como este. Especificamente com o Adriano, desde o falecimento de seu pai, seu grande incentivador e curador, os sucessivos casos de desvirtuamento passaram a acontecer.
Sorte e recuperação rápida ao Imperador!
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