E, estando na nova casa, vou respirar esporte.
E falando de esporte, falemos de futebol, o esporte da paixão nacional!
E do carioca...
Neste fim de semana, vi Botafogo x Cruzeiro duelarem em um bom jogo de futebol, e ante aos penâltis polêmicos, o empate em 2 a 2 deu o tom do embate, um jogo equilibrado, em que ambos estão na briga pelo título.
Já o Vasco perdeu sua invencibilidade no campeonato pós-copa. Mesmo atuando bem principalmente no primeiro tempo - em que novamente perdeu muitos gols, o time não suportou a frieza e objetividade do colorado no segundo tempo, o campeão das américas: Inter 1 a 0; E após 21 rodadas no Ceará e no Vasco, caiu o invejável tabu de PC: ele perdeu. Mas, é bem verdade que nestes 21 jogos haviam muitos empates.
E o primeiro Fla x Flu do Engenhão teve muita emoção. Para quem viu a partida, ficou evidente que o Flamengo está reagindo e recuperando a garra. O time partiu para cima, teve gols de dois David, do zagueiro e inclusive o atacante! que após ser abençoado pelo Padre Benedito, desencantou.
O Flu, que tenta remontar a casa após a sequencia de resultados negativos, saiu na frente, mas não suportou a pressão flamenguista. Tomou a virada, e com a colaboração honrosa de Gum;
Mesmo conseguindo o empate após estar perdendo por 2 a 1 e 3 a 2, o Flu saiu do clássico com o sabor de derrota, já que com um jogo a menos e dois pontos a mais, o Corinthians após onze rodadas, reassumiu a liderança do Brasileirão, com a vitória em cima do Grêmio Prudente por 3 a 0.
E todos ligados na TV Esporte Interativo!
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
TV Esporte Interativo, minha nova casa!
Bem amigos! (Opa, isso agora é bordão da concorrência!)
Pois é, a real oportunidade que surgiu para mim foi a TV Esporte Interativo.
Quer saber mais, clique aqui: http://esporteinterativo.terra.com.br/
Estou no Switcher, o centro nervoso e gelado - bota gelado nisso - de uma TV!
Trabalho ao lado de uma turma jovem, cheia de disposição, alegria, objetivos e sonhos.
Agora é trabalhar, trabalhar e trabalhar. É o início de minha jornada no jornalismo.
Em breve, espero ter novidades.
Obrigado a todos!
Valeu mesmo!
sábado, 18 de setembro de 2010
Saia Justa
Em campanha no estado de Sergipe, o candidato do PSDB à presidência da república, José Serra, teve que ouvir e engolir a seco as palavras de Albano Franco, do mesmo partido, dizendo que apóia a candidata Dilma Rousseff, da chapa adversária:
Saia justa...
Saia justa...
terça-feira, 14 de setembro de 2010
A real oportunidade
Amigos,
hoje, terça-feira - dia 14 de setembro de 2010, não foi apenas o dia em que pela primeira vez fui ao dentista.
Até que para quem nunca tinha ido, foi satisfatório ouvir os elogios da dentista.
Mas, foi o dia que de fato, surgiu a real oportunidade.
Aquela que, quem está "fechado" comigo, sabe qual é.
Uma grande e real oportunidade. Melhor do que eu poderia imaginar.
A partir de agora, surge um novo momento em minha vida.
Tive que abrir mão de coisas legais.
Eu fiz a minha própria revolução. Mudança.
Um momento desafiador, ainda incerto, mas muito prazeroso!
Obrigado a todos que apostaram e apostam na minha pessoa.
Ao longo dos dias eu conto mais.
Valeu e mãos a obra!
Vem muito trabalho por aí para consolidar essa oportunidade...
E você? Tem um grande sonho?
Acredite e tenha fé.
Eu tenho a minha.
hoje, terça-feira - dia 14 de setembro de 2010, não foi apenas o dia em que pela primeira vez fui ao dentista.
Até que para quem nunca tinha ido, foi satisfatório ouvir os elogios da dentista.
Mas, foi o dia que de fato, surgiu a real oportunidade.
Aquela que, quem está "fechado" comigo, sabe qual é.
Uma grande e real oportunidade. Melhor do que eu poderia imaginar.
A partir de agora, surge um novo momento em minha vida.
Tive que abrir mão de coisas legais.
Eu fiz a minha própria revolução. Mudança.
Um momento desafiador, ainda incerto, mas muito prazeroso!
Obrigado a todos que apostaram e apostam na minha pessoa.
Ao longo dos dias eu conto mais.
Valeu e mãos a obra!
Vem muito trabalho por aí para consolidar essa oportunidade...
E você? Tem um grande sonho?
Acredite e tenha fé.
Eu tenho a minha.
sábado, 11 de setembro de 2010
Recorte e cole
Na sabatina do O Globo esta semana, em que a candidata Dilma não compareceu, José Serra afirmou que Lula só volta ao poder em 2014 se ele se eleger o presidente da república.
"Se a Dilma ganhar, Lula não elege nem deputado estadual." Disse o ex-governador de São Paulo.
O que é isso? Desespero por estar prestes a perder a eleição no primeiro turno? Certeza que ele é pior que o Lula? Uma nova Regina Duarte para dizer que tem medo caso o candidato do PT vença?
O que faz o poder...
-------------------------------------------------------------------------
No futebol, gostei muito do que disse o Muricy Ramalho, treinador do Fluminense, sobre o Washington e o Conca.
Sobre o artilheiro "coração valente", o Muricy falou que ele está em um grande momento, e atualmente, ele é muito mais importante para o clube do que Fred, pois está atuando e fazendo gols importantes.
Fred, que está em recuperação, atacou o ex-médico do clube, Michel Simoni, reclamando que seu tratamento estava incorreto e consequentemente atrasando seu retorno aos gramados. O médico foi demitido.
Washington voltou sob a desconfiança de muitos tricolores - inclusive da diretoria - e com a expectativa de ser o reserva de Fred. Mas a oportunidade de atuar com a contusão de Fred e sua eficácia nas finalizações, colocam um "problema bom" para o Muricy.
Muricy falou também de Conca.
Disse que o argentino está em uma boa fase há tempos, desde quando atuava no Vasco, e que na relação custo-benefício, é o melhor jogador do elenco.
Ele falou até que o Conca deveria ser o mais bem pago do clube...
Tá cheio de moral!
É isso aí. No futebol tem que valer a produtividade. Jogou, ganhou. Jogou bem, ganha um plus.
Tem muito jogador profissional que se fosse aplicar essa relação custo-benefício, teria que devolver dinheiro ao clube...
Mas essa sinceridade e visão fazem de Muricy o treinador que ele é. Vitorioso.
----------------------------------------------------------------------------------------------
Essa do pastor americano que queria queimar o Alcorão, livro sagrado para o Islã, é lamentável.
Parece até que o nobre religioso queria mesmo é chamar a atenção ou arrumar um "new 9/11"
Ele não tem noção de como essa atitude infeliz, caso realizada, traria graves consequencias.
Em nome da religião, eles - os islamicos - fazem de tudo. E não tem medo de morrer, ao contrário dos cristãos americanos.
O Alcorão nada tem a ver com o que ocorreu no dia 11 de setembro de 2001.
Assistam Fahrenheint 9/11 e entendam porque o Alcorão nada tem a ver com os ataques terroristas...
E o Bushinho ainda faz palestra... E no Brasil! Ele esteve dia 9/9, em São Paulo para palestras motivacionais(!?) para executivos;
Tipo: "Como convencer o mundo a realizar uma guerra estapafúrdia e mentirosa" ou "Brasil e o Pré-Sal - cuidado para não descobrirmos usinas nucleares inexistentes que possam justificar uma invasão"...
Nem de graça iria a uma palestra dessas...
---------------------------------------------------------------------
Até breve!
"Se a Dilma ganhar, Lula não elege nem deputado estadual." Disse o ex-governador de São Paulo.
O que é isso? Desespero por estar prestes a perder a eleição no primeiro turno? Certeza que ele é pior que o Lula? Uma nova Regina Duarte para dizer que tem medo caso o candidato do PT vença?
O que faz o poder...
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No futebol, gostei muito do que disse o Muricy Ramalho, treinador do Fluminense, sobre o Washington e o Conca.
Sobre o artilheiro "coração valente", o Muricy falou que ele está em um grande momento, e atualmente, ele é muito mais importante para o clube do que Fred, pois está atuando e fazendo gols importantes.
Fred, que está em recuperação, atacou o ex-médico do clube, Michel Simoni, reclamando que seu tratamento estava incorreto e consequentemente atrasando seu retorno aos gramados. O médico foi demitido.
Washington voltou sob a desconfiança de muitos tricolores - inclusive da diretoria - e com a expectativa de ser o reserva de Fred. Mas a oportunidade de atuar com a contusão de Fred e sua eficácia nas finalizações, colocam um "problema bom" para o Muricy.
Muricy falou também de Conca.
Disse que o argentino está em uma boa fase há tempos, desde quando atuava no Vasco, e que na relação custo-benefício, é o melhor jogador do elenco.
Ele falou até que o Conca deveria ser o mais bem pago do clube...
Tá cheio de moral!
É isso aí. No futebol tem que valer a produtividade. Jogou, ganhou. Jogou bem, ganha um plus.
Tem muito jogador profissional que se fosse aplicar essa relação custo-benefício, teria que devolver dinheiro ao clube...
Mas essa sinceridade e visão fazem de Muricy o treinador que ele é. Vitorioso.
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Essa do pastor americano que queria queimar o Alcorão, livro sagrado para o Islã, é lamentável.
Parece até que o nobre religioso queria mesmo é chamar a atenção ou arrumar um "new 9/11"
Ele não tem noção de como essa atitude infeliz, caso realizada, traria graves consequencias.
Em nome da religião, eles - os islamicos - fazem de tudo. E não tem medo de morrer, ao contrário dos cristãos americanos.
O Alcorão nada tem a ver com o que ocorreu no dia 11 de setembro de 2001.
Assistam Fahrenheint 9/11 e entendam porque o Alcorão nada tem a ver com os ataques terroristas...
E o Bushinho ainda faz palestra... E no Brasil! Ele esteve dia 9/9, em São Paulo para palestras motivacionais(!?) para executivos;
Tipo: "Como convencer o mundo a realizar uma guerra estapafúrdia e mentirosa" ou "Brasil e o Pré-Sal - cuidado para não descobrirmos usinas nucleares inexistentes que possam justificar uma invasão"...
Nem de graça iria a uma palestra dessas...
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Até breve!
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
A última impressão
No último dia 31 de agosto, terça-feira, saiu o último impresso do "JORNAL DO BRASIL"
Para quem milita no meio, o JB foi durante muito tempo a maior referência no jornalismo no Brasil.
Tradicional e existente desde 1891, ojornal impresso já agonizava há anos. E a justificativa para a mudança para o digital foi a "preocupação com a sustentabilidade e com o meio ambiente, visto que a versão impressa derruba muitas árvores, além da visão futurista que o digital é a curto prazo a saída para todo e qualquer grupo de comunicação."
Sabemos que não é nada disso. Para quem esteve por lá, o problema foi de administração.
Na segunda-feira, um dia antes da última edição, tive aula na faculdade com o professor Roberto Assaf, que trabalhou muito tempo por lá. Foi bonito ouví-lo e saber das histórias do JB. E quando eu fiz um aparte em seu discurso, dizendo que a comoção de toda a imprensa com o fim do impresso era porque estava acabando ali também o último pilar do "jornalismo romântico", Assaf me olhou e me disse com o gestual nostálgico:
"É exatamente isso. Perfeito! Você usou o melhor termo para definir o fim do JB, o fim do romantismo no jornalismo."
No fatídico dia, eu, estando no aeroporto do Galeão para viajar para São Paulo, comprei a última edição por R$ 2,00.
Com a mesma quantidade de folhas do jornal LANCE! ou MEIA HORA por exemplo, estava explícito porque acabou a versão impressa. Feito por muitos estágiarios, inclusive responsáveis por editorias, o jornal comete graves erros de grafia e de semântica. Sem contar que o prefeito de São Paulo virou Kassad e não Kassab por duas vezes e em outra edição recente, os nomes de duas atletas de volei do Brasil estavam em iniciais minúsculas: mari e sheila; quando deveria ser Mari e Sheila.
Erros primários. Mas minúsculos perto dos inúmeros cometidos ao longo da administração deste ícone do jornalismo.
Torço que o JB digital possa realmente ter sucesso e calar a boca de quem diz que o jornal acabou.
Mas, sinceramente acho difícil isso acontecer.
O JB não transfere sua credibilidade adquirida ao longo de 119 no impresso para a web.
Mais uma porta se fechou.
Para quem milita no meio, o JB foi durante muito tempo a maior referência no jornalismo no Brasil.
Tradicional e existente desde 1891, ojornal impresso já agonizava há anos. E a justificativa para a mudança para o digital foi a "preocupação com a sustentabilidade e com o meio ambiente, visto que a versão impressa derruba muitas árvores, além da visão futurista que o digital é a curto prazo a saída para todo e qualquer grupo de comunicação."
Sabemos que não é nada disso. Para quem esteve por lá, o problema foi de administração.
Na segunda-feira, um dia antes da última edição, tive aula na faculdade com o professor Roberto Assaf, que trabalhou muito tempo por lá. Foi bonito ouví-lo e saber das histórias do JB. E quando eu fiz um aparte em seu discurso, dizendo que a comoção de toda a imprensa com o fim do impresso era porque estava acabando ali também o último pilar do "jornalismo romântico", Assaf me olhou e me disse com o gestual nostálgico:
"É exatamente isso. Perfeito! Você usou o melhor termo para definir o fim do JB, o fim do romantismo no jornalismo."
No fatídico dia, eu, estando no aeroporto do Galeão para viajar para São Paulo, comprei a última edição por R$ 2,00.
Com a mesma quantidade de folhas do jornal LANCE! ou MEIA HORA por exemplo, estava explícito porque acabou a versão impressa. Feito por muitos estágiarios, inclusive responsáveis por editorias, o jornal comete graves erros de grafia e de semântica. Sem contar que o prefeito de São Paulo virou Kassad e não Kassab por duas vezes e em outra edição recente, os nomes de duas atletas de volei do Brasil estavam em iniciais minúsculas: mari e sheila; quando deveria ser Mari e Sheila.
Erros primários. Mas minúsculos perto dos inúmeros cometidos ao longo da administração deste ícone do jornalismo.
Torço que o JB digital possa realmente ter sucesso e calar a boca de quem diz que o jornal acabou.
Mas, sinceramente acho difícil isso acontecer.
O JB não transfere sua credibilidade adquirida ao longo de 119 no impresso para a web.
Mais uma porta se fechou.
Jornalistas, vocês estão demitidos!
Leiam a "notícia" abaixo:
Extraído do Comunique-se em 02.09.2010:
O empresário Roberto Justus, que apresenta o programa Topa ou não Topa, do SBT, afirmou que tem muito interesse em atuar no jornalismo, com um quadro ou programa de opinião. A declaração foi dada em entrevista ao programa Vitrine, da TV Cultura.
“Eu tenho muito interesse em fazer algo para o jornalismo, ter um quadro, expor minhas ideias. Algo que eu possa dar a minha opinião, mas ainda estamos estudando isso”, contou.
Mesmo assim, Justus disse que gosta de apresentar seus programas de entretenimento. “Eu apresento esse programa com um prazer enorme. E se não fosse assim não o faria, porque o público tem sensibilidade, ele percebe quando uma pessoa faz o que não gosta”.
-------------------------------------------------------------------
Sabe-se que o jornalismo, na opinião do ex-ministro do STF Gilmar Mendes e de outros tantos, não é uma profissão digna de preparo. Qualquer um pode ser jornalista. Um cozinheiro, um ex-jogador de futebol e um ricaço com pinta de apresentador.
Viram o que o jornalista e comentarista da TV Bandeirantes Neto fez no evento do centenário do Corinthians? Em que faculdade e/ou redação ele aprendeu aquele linguajar e moral para uma exposição pública?
E o Justus? Dar opinião é jornalismo? Para expor ideias é necessário ter um programa?
Na cadeira da faculdade, entrei sonhando ser jornalista e aprendi que ser não é apenas expor minhas ideias ou aparecer bonito na TV em algum telejornal. Ser jornalista é exercer uma função social.
Ter compromisso com que se apura, investiga, desvenda.
Jornalista tem que ser desconfiado. Não acreditar em tudo e é claro, ter ideias;
Mas não só de ideias vive o jornalismo. Expor minhas ideias em um programa não parece promoção particular? Ego?
Justus pode ser um jornalista. E dos bons. Pela lei, ele já é.
Mas, para quem é do ramo, isso é que faz a profissão entrar em colapso.
Que compromisso este cidadão tem ao entrar em muitos lares e expressar sua opiniao e ideias?
Vai pagar um horário para ter esse programa? Ou o Sílvio vai tirar o Nascimento ou a Gabi para colocá-lo no ar comentando os principais acontecimentos do dia?
Pois é. Não quero parecer uma viúva reclamona sem sequer ter se casado, pois ainda não sou profissional. Sou um estudante de jornalismo no 6º período, mas estudo e me preparo para poder exercer a profissão com cuidado, responsabilidade e compromisso.
Sei que não é a faculdade que dá a "cancha" em qualquer profissão e sim a vivência, mas não é melhor um profissional qualificado e formado para exercer uma profissão?
Há séculos que quem tem liberdade de expressão e quem realmente faz jornalismo são os donos dos veículos. Isso é sabido e conhecido. Eles pagam e veiculam a sua verdade.
Justus ira pagar para proferir suas sábias palavras e ideias a respeito do mundo. Jornalismo.
Preparem-se para os próximos focas: Eike Batista, Íris Stefanelli e o ganhador da Mega-Sena...
E para nós, estudantes e que buscam se qualificar, vai sobrando a cozinha, né Gilmar Mendes?
Extraído do Comunique-se em 02.09.2010:
O empresário Roberto Justus, que apresenta o programa Topa ou não Topa, do SBT, afirmou que tem muito interesse em atuar no jornalismo, com um quadro ou programa de opinião. A declaração foi dada em entrevista ao programa Vitrine, da TV Cultura.
“Eu tenho muito interesse em fazer algo para o jornalismo, ter um quadro, expor minhas ideias. Algo que eu possa dar a minha opinião, mas ainda estamos estudando isso”, contou.
Mesmo assim, Justus disse que gosta de apresentar seus programas de entretenimento. “Eu apresento esse programa com um prazer enorme. E se não fosse assim não o faria, porque o público tem sensibilidade, ele percebe quando uma pessoa faz o que não gosta”.
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Sabe-se que o jornalismo, na opinião do ex-ministro do STF Gilmar Mendes e de outros tantos, não é uma profissão digna de preparo. Qualquer um pode ser jornalista. Um cozinheiro, um ex-jogador de futebol e um ricaço com pinta de apresentador.
Viram o que o jornalista e comentarista da TV Bandeirantes Neto fez no evento do centenário do Corinthians? Em que faculdade e/ou redação ele aprendeu aquele linguajar e moral para uma exposição pública?
E o Justus? Dar opinião é jornalismo? Para expor ideias é necessário ter um programa?
Na cadeira da faculdade, entrei sonhando ser jornalista e aprendi que ser não é apenas expor minhas ideias ou aparecer bonito na TV em algum telejornal. Ser jornalista é exercer uma função social.
Ter compromisso com que se apura, investiga, desvenda.
Jornalista tem que ser desconfiado. Não acreditar em tudo e é claro, ter ideias;
Mas não só de ideias vive o jornalismo. Expor minhas ideias em um programa não parece promoção particular? Ego?
Justus pode ser um jornalista. E dos bons. Pela lei, ele já é.
Mas, para quem é do ramo, isso é que faz a profissão entrar em colapso.
Que compromisso este cidadão tem ao entrar em muitos lares e expressar sua opiniao e ideias?
Vai pagar um horário para ter esse programa? Ou o Sílvio vai tirar o Nascimento ou a Gabi para colocá-lo no ar comentando os principais acontecimentos do dia?
Pois é. Não quero parecer uma viúva reclamona sem sequer ter se casado, pois ainda não sou profissional. Sou um estudante de jornalismo no 6º período, mas estudo e me preparo para poder exercer a profissão com cuidado, responsabilidade e compromisso.
Sei que não é a faculdade que dá a "cancha" em qualquer profissão e sim a vivência, mas não é melhor um profissional qualificado e formado para exercer uma profissão?
Há séculos que quem tem liberdade de expressão e quem realmente faz jornalismo são os donos dos veículos. Isso é sabido e conhecido. Eles pagam e veiculam a sua verdade.
Justus ira pagar para proferir suas sábias palavras e ideias a respeito do mundo. Jornalismo.
Preparem-se para os próximos focas: Eike Batista, Íris Stefanelli e o ganhador da Mega-Sena...
E para nós, estudantes e que buscam se qualificar, vai sobrando a cozinha, né Gilmar Mendes?
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Recorde
Polêmicas e chacotas a parte, todos os amantes do esporte - principalmente do automobilismo - têm que dar os parabéns a marca do piloto da Fórmula 1 Rubens Barrichello.
Neste fim de semana, pela Wiliiams na Bélgica, Barrichello chega a 300 GPs na carreira. É o recordista de corridas na categoria.
Parabéns Barrichello!
Quem o conhece, sabe do seu caráter e valor. Você não só por alcançar esta marca, mas pela carreira limpa, é um grande vencedor.
Neste fim de semana, pela Wiliiams na Bélgica, Barrichello chega a 300 GPs na carreira. É o recordista de corridas na categoria.
Parabéns Barrichello!
Quem o conhece, sabe do seu caráter e valor. Você não só por alcançar esta marca, mas pela carreira limpa, é um grande vencedor.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Na medida certa
O que ocorreu no último sábado, 21 de agosto em São Conrado, bairro nobre da zona sul do Rio de Janeiro, não deve servir apenas como ferramenta eleitoral em tempo de campanha para cargos eletivos.
Vi pela TV que alguns candidatos usaram o episódio trágico e assustador em seus programas.
Há que se ter o cuidado de não causar terrorismo e sensacionalismo com o caso. Evidente que aos responsáveis cabem as suas responsabilidades. Não adianta vender uma imagem maquiada de que tudo está pacificado quando dezenas de homens aparacem munidos até os dentes de fuzis e a luz do dia atiram como se tivessem em um campeonato de paintball.
A invasão ao hotel Intercontinental também foi assusstadora.
Mas não devemos achar que no RJ isso acontece a todo momento.
Políticos de oposição, cobrem e esperneiem, mas com inteligência e honestidade.
Autoridades, olho vivo. Não adianta só fazer propaganda. Se o projeto de pacificação está bom, o negócio é expandi-lo. Ainda há muitas comunidades sem a tal "paz".
Vamos trabalhar...
Vi pela TV que alguns candidatos usaram o episódio trágico e assustador em seus programas.
Há que se ter o cuidado de não causar terrorismo e sensacionalismo com o caso. Evidente que aos responsáveis cabem as suas responsabilidades. Não adianta vender uma imagem maquiada de que tudo está pacificado quando dezenas de homens aparacem munidos até os dentes de fuzis e a luz do dia atiram como se tivessem em um campeonato de paintball.
A invasão ao hotel Intercontinental também foi assusstadora.
Mas não devemos achar que no RJ isso acontece a todo momento.
Políticos de oposição, cobrem e esperneiem, mas com inteligência e honestidade.
Autoridades, olho vivo. Não adianta só fazer propaganda. Se o projeto de pacificação está bom, o negócio é expandi-lo. Ainda há muitas comunidades sem a tal "paz".
Vamos trabalhar...
domingo, 22 de agosto de 2010
Exclusividade
A respeito da lei que impede os humoristas de satirizar os candidatos a cargos eletivos no Brasil, acredito que eu tenha descoberto a resposta óbvia!
Veja o vídeo abaixo:
ELES NÃO QUEREM CONCORRÊNCIA!
Políticos são gananciosos, desonestos e ... egoístas!!!
Sem concorrência... A lei eleitoral 9504 de 1997 garante o monopólio deles!
E os palhaços, que acham que tem democracia...
Ô menino lindo!
Veja o vídeo abaixo:
ELES NÃO QUEREM CONCORRÊNCIA!
Políticos são gananciosos, desonestos e ... egoístas!!!
Sem concorrência... A lei eleitoral 9504 de 1997 garante o monopólio deles!
E os palhaços, que acham que tem democracia...
Ô menino lindo!
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Humor censurado
A proibição do TSE - Tribunal Superior Eleitoral - de que programas de humor satirizem os candidatos nestas eleições, está gerando uma repercussão negativa, sendo comparada a censura prévia, aplicada nos sombrios tempos da ditadura militar.
Em um país democrático, fica difícil entender esta proibição e o porquê de não permitir o humor, que sempre foi a válvula de escape para as críticas bem fundamentadas, satirize os candidatos.
Quem prejudica mais? o humor ou os maus políticos?
Abaixo, a respeito deste impedimento, um belo texto do excelente Danilo Gentili, do CQC - Custe o que Custar - que também está proibido de tratar com humor as eleições, que saiu hoje na Folha de São Paulo:
11/08/2010 - 15h21
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) está preocupado, pois entendeu que satirizar um candidato na TV gera desigualdade no processo eleitoral. Ufa! Agora os indefesos candidatos já podem respirar aliviados e se concentrarem na campanha em que, na mesma TV, durante a propaganda eleitoral gratuita, um terá 10 minutos a mais que o outro para expor suas ideias. Isso sim é democrático, igualitário e... Droga... Aqui caberia uma piada, mas não posso fazê-la.
Agora é contra a lei ridicularizar o candidato. Então, lembre-se: por mais ridículo que ele seja, guarde segredo.
Exemplo: Ainda que Collor ridiculamente ligue pra casa de um jornalista o ameaçando de agressão, por mais tentador que seja não mire sua lupa cômica nisso. Ele é candidato, e candidato aqui não fica exposto, fica blindado. O TSE nao é o feirante japonês que deixa a mercadoria exposta para que possamos apalpar e cheirar antes de levar. Ele é o coreano do Paraguai que a deixa na vitrine. Você não toca, não cheira. Apenas paga. Quando chegar em casa, reze antes de abrir a caixa.
E a discussão se essa censura é ou não constitucional? Tenho fé que em breve teremos uma resposta sensata. Logo após eles chegarem à conclusão de outra discussão que há anos os perturbam: afinal, o fogo é ou não quente?
O humorista pega a verdade e a exagera. Ao contrário do político, a verdade é imprescindivel para o sucesso de seu trabalho.. E esse é o problema. Num país onde culturalmente é bonito lucrar com a mentira, a verdade não diverte. Assusta. Indigna.
Onde já se viu um coronel permitir que manguem de sua cara em sua província? Então censuremos! Por isso, recentemente, tivemos imprensa brasileira censurada, jornalista estrangeiro expulso, repórter agredida e agora, humorista amordaçado. É melhor que o Estado defina o que pode ou não ser passado para o público, assim o público continua passando o que interessa para o Estado.
Aristófanes, pai da comédia antiga, exercia abertamente sua função de fazer o público rir, criticando instituições políticas e seus representantes. Se fosse brasileiro, hoje, Aristófanes não poderia realizar seu ofício. A visão democrática do TSE está mais atrasada que a da Grécia de 400 a.C.
Henri Bergson, filósofo francês, afirmou que "não há comicidade fora daquilo que é propriamente humano. Comicidade dirige-se à inteligência pura". Filosoficamente, o pessoal do TSE não é humano, nem inteligente o bastante para compreender o que foi escrito há quase um século atrás.
Freud, pai da psicanálise, entendeu que "rir estrondosamente, satirizar personagens e acontecimentos fazem parte da nossa experiência cotidiana e é crucial pra nossa condição humana". Um século depois, temos uma lei que impede a manifestação do cômico num evento tão importante pra sociedade como a eleição. Psicossocialmente falando, a democracia brasileira encontra-se retardada.
Estudos observam que primatas riem de boca aberta para manifestar raiva e hostilidade. A evolução preservou o instinto do riso no ser humano para que fosse a válvula de escape substituta à agressão física. A lei eleitoral quer abafar o instinto compulsivo da piada e do riso (e sabe lá Deus aonde isso vai pode explodir). Biologicamente, eles estão forçando um passo atrás na escala evolutiva.
Enquanto o Brasil se orgulha de dialogar com países desenvolvidos o suficiente para que nenhuma forma de comunicação seja restrita, a gente fica aqui rindo das imitações de Silvio Santos, porque é o que se pode fazer no momento. Claro, enquanto o Silvio Santos não for candidato.
Muito político faz chorar. Com a mesma matéria-prima o humorista faz rir. Para o TSE a segunda opção é uma ameaça e precisa ser contida.
A liberdade de expressão aqui tem o mesmo conceito de liberdade do zoológico. Faça e fale o que quiser. Você é livre! Desde que não passe os limites da sua jaula.
Não me multem, por favor. Isso não foi uma piada.
Em um país democrático, fica difícil entender esta proibição e o porquê de não permitir o humor, que sempre foi a válvula de escape para as críticas bem fundamentadas, satirize os candidatos.
Quem prejudica mais? o humor ou os maus políticos?
Abaixo, a respeito deste impedimento, um belo texto do excelente Danilo Gentili, do CQC - Custe o que Custar - que também está proibido de tratar com humor as eleições, que saiu hoje na Folha de São Paulo:
11/08/2010 - 15h21
Muito político faz chorar com a mesma matéria-prima que o humor faz rir, diz Danilo Gentili
DANILO GENTILI
ESPECIAL PARA A FOLHA
ESPECIAL PARA A FOLHA
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) está preocupado, pois entendeu que satirizar um candidato na TV gera desigualdade no processo eleitoral. Ufa! Agora os indefesos candidatos já podem respirar aliviados e se concentrarem na campanha em que, na mesma TV, durante a propaganda eleitoral gratuita, um terá 10 minutos a mais que o outro para expor suas ideias. Isso sim é democrático, igualitário e... Droga... Aqui caberia uma piada, mas não posso fazê-la.
Agora é contra a lei ridicularizar o candidato. Então, lembre-se: por mais ridículo que ele seja, guarde segredo.
Exemplo: Ainda que Collor ridiculamente ligue pra casa de um jornalista o ameaçando de agressão, por mais tentador que seja não mire sua lupa cômica nisso. Ele é candidato, e candidato aqui não fica exposto, fica blindado. O TSE nao é o feirante japonês que deixa a mercadoria exposta para que possamos apalpar e cheirar antes de levar. Ele é o coreano do Paraguai que a deixa na vitrine. Você não toca, não cheira. Apenas paga. Quando chegar em casa, reze antes de abrir a caixa.
| Matheus Dias/Nume Produções | ||
| Danilo Gentili (foto) diz que "muito político faz chorar com a mesma matéria-prima que o humor faz rir" |
E a discussão se essa censura é ou não constitucional? Tenho fé que em breve teremos uma resposta sensata. Logo após eles chegarem à conclusão de outra discussão que há anos os perturbam: afinal, o fogo é ou não quente?
O humorista pega a verdade e a exagera. Ao contrário do político, a verdade é imprescindivel para o sucesso de seu trabalho.. E esse é o problema. Num país onde culturalmente é bonito lucrar com a mentira, a verdade não diverte. Assusta. Indigna.
Onde já se viu um coronel permitir que manguem de sua cara em sua província? Então censuremos! Por isso, recentemente, tivemos imprensa brasileira censurada, jornalista estrangeiro expulso, repórter agredida e agora, humorista amordaçado. É melhor que o Estado defina o que pode ou não ser passado para o público, assim o público continua passando o que interessa para o Estado.
Aristófanes, pai da comédia antiga, exercia abertamente sua função de fazer o público rir, criticando instituições políticas e seus representantes. Se fosse brasileiro, hoje, Aristófanes não poderia realizar seu ofício. A visão democrática do TSE está mais atrasada que a da Grécia de 400 a.C.
Henri Bergson, filósofo francês, afirmou que "não há comicidade fora daquilo que é propriamente humano. Comicidade dirige-se à inteligência pura". Filosoficamente, o pessoal do TSE não é humano, nem inteligente o bastante para compreender o que foi escrito há quase um século atrás.
Freud, pai da psicanálise, entendeu que "rir estrondosamente, satirizar personagens e acontecimentos fazem parte da nossa experiência cotidiana e é crucial pra nossa condição humana". Um século depois, temos uma lei que impede a manifestação do cômico num evento tão importante pra sociedade como a eleição. Psicossocialmente falando, a democracia brasileira encontra-se retardada.
Estudos observam que primatas riem de boca aberta para manifestar raiva e hostilidade. A evolução preservou o instinto do riso no ser humano para que fosse a válvula de escape substituta à agressão física. A lei eleitoral quer abafar o instinto compulsivo da piada e do riso (e sabe lá Deus aonde isso vai pode explodir). Biologicamente, eles estão forçando um passo atrás na escala evolutiva.
Enquanto o Brasil se orgulha de dialogar com países desenvolvidos o suficiente para que nenhuma forma de comunicação seja restrita, a gente fica aqui rindo das imitações de Silvio Santos, porque é o que se pode fazer no momento. Claro, enquanto o Silvio Santos não for candidato.
Muito político faz chorar. Com a mesma matéria-prima o humorista faz rir. Para o TSE a segunda opção é uma ameaça e precisa ser contida.
A liberdade de expressão aqui tem o mesmo conceito de liberdade do zoológico. Faça e fale o que quiser. Você é livre! Desde que não passe os limites da sua jaula.
Não me multem, por favor. Isso não foi uma piada.
DANILO GENTILI é comediante stand-up e repórter do CQC da Band
domingo, 8 de agosto de 2010
Os bastidores
Está bombando na web um vídeo feito por um jovem supostamente chamado Leandro, de 17 anos, durante um evento no Rio de Janeiro que reuniu o presidente Lula, o governador Sérgio Cabral e outros aliados.
Neste vídeo, feito por uma máquina digital, o jovem diz que quer jogar Tênis, que se incomoda com o Caveirão - veículo blindado usado no combate a violência no Rio - e por último, declara que tem um nome e que vai à escola todos os dias. Curiosas e inusitadas são as respostas dos governantes. vejam abaixo:
Valeu "malandragem"?
Cuidado com as Câmeras, políticos do Brasil...
Neste vídeo, feito por uma máquina digital, o jovem diz que quer jogar Tênis, que se incomoda com o Caveirão - veículo blindado usado no combate a violência no Rio - e por último, declara que tem um nome e que vai à escola todos os dias. Curiosas e inusitadas são as respostas dos governantes. vejam abaixo:
Valeu "malandragem"?
Cuidado com as Câmeras, políticos do Brasil...
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