quinta-feira, 23 de abril de 2009

Check-in

Após a eclosão de mais um escândalo com o erário, o dinheiro público, como este das passagens aéreas destinadas a parlamentares e a senadores que transferiam esses beneficios a terceiros, sejam parentes ou não, surge a pergunta: Já não é a hora de todos nós levarmos um pouco mais a sério os nossos votos para Deputados, Vereadores e Senadores?

Em um regime democrático e republicano como o nosso, a representatividade do poder legislativo é grande. Devemos lembrar que é de lá que saem as leis que conduzem a nossa nação. Sem maioria no congresso, dificilmente um chefe do executivo, seja Presidente, Governador ou Prefeito, governará com facilidade. Aí surge a máxima de que não é o executivo que governa, ele é governado...

Dificilmente lembramos os votos que demos a esses representantes públicos. Uma vez eleitos, ganham foro privilegiado e uma imunidade que para alguns maus elementos acabam sendo o passaporte para cometer ilegalidades, além dos inúmeros benefícios concedidos a estes homens e mulheres públicas que acabam gerando polêmicas como estas.

Valorizemos o nosso voto, entendamos a importância de escolher um representante merecedor de estar a frente de nossos interesses. Caso contrário, a farra com o dinheiro público continuará até um dia que a fonte secará...

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Banheiro público

Li uma notícia que me chamou e atenção: "Xixi põe em risco a estrutura de passarelas e viadutos em Salvador, Bahia". Acontece que com o hábito de aliviar a bexiga nos locais mais discretos, as pessoas preferencialmente urinam em em pilastras e alicerses de sustentação de viadutos e passarelas, o que compromete a estrutura, pois o nosso "xixi" tem alta acidez e corroi o cimento e os ferros dessas construções. A prefeitura irá reforçar as estruturas, gastando em torno de R$ 500 mil.

Pego este assunto para comentar o quanto nós somos displicentes com o mobiliário urbano. Sem consciência do "efeito borboleta" que é descuidar do que é bem público, a sociedade não consegue enxergar a sua alta responsabilidade na conservação do seu patrimônio. Como é de praxe colocar a culpa nas autoridades, apesar de algumas vezes eles serem os culpados, nem sempre, como neste caso do pseudo-inofensivo xixi, é problema causado por negligência política. Além de afetar muito a nossa qualidade de vida, esse relaxamento mexe muito com o nosso bolso, pois é daí que sai o alto valor que se gasta com a manutenção do que é destruído.

A negligência e promiscuidade é nossa, que não determinamos o real valor de cuidar das coisas. Quem passa pela Central do Brasil no Rio de Janeiro, por exemplo, sabe o quanto é incômodo o forte odor de amônia expelido pelas centenas, quiçá milhares, de pessoas que urinam por ali. Tem polícia, já teve até gente presa, mas o desrespeito e a inconsciência continuam...

Isso vale para o lixo que jogamos para fora da janela do veículo em movimento, pichações, vandalismos e por aí vai...

Penso que é um problema sócio-educacional, e que a solução começa em casa, com a família, e passa pelas escolas e pela mídia também, com a conscientização da sociedade.

Se desaba um viaduto desses e morrem inúmeras pessoas vítimas do despretensioso xixi de alguns... Já imaginaram? Lembremos que algumas catástrofes de grande escala, como as enchentes, tem em nosso descuido, uma das causas. Lembremos do sofá, das garrafas pet, dos pneus... que jogamos nos canais e rios de grandes cidades...

Vamos puxar a descarga certa! Senão podemos mandar para o fundo do esgoto nós mesmos...

segunda-feira, 13 de abril de 2009

A primeira impressão é a que fica ?

Amigos do Blog, me respondam: Como vocês buscam as informações atualmente? É por intermédio de qual canal? Mesmo sem os comentários, já prevejo que a maioria vai responder: TV, Rádio ou Internet. A maneira de transmissão de mensagens evoluiu com o surgimento de novas tecnologias, que não aposentavam as então mais usadas, mas o forçavam a se reinventar. A rede mundial de computadores, vem revolucionando e criando uma nova face no que tange a maneira de transmitir conteúdo, que é a de convergir texto, imagem e som.

Em detrimento a essas revoluções, o jornal impresso, a maior vítima, foi perdendo espaço e mesmo com as inovações e transformações ao longo dos anos, vem registrando queda acentuada em sua circulação. Abaixo, uma matéria extraída do portal comunique-se (www.comunique-se.com.br) sobre os 118 anos do famigerado "JORNAL DO BRASIL", o popular JB, e as características que envolve a sua história e a dos períodicos impressos ontem, hoje e a possível previsão, será apocaliptica ou otimista?,para o amanhã.

"JB 118 anos: 'Newspaper' ou 'Journal'? A aposta no futuro

Marcos Troyjo (*)



Fonte:Jornal do Brasil

Crise. Eis a palavra de ordem para jornais no mundo inteiro. Penúria, dificuldade. Momento, como sugeria Antonio Gramsci, em que o velho ainda não morreu e o novo tampouco nasceu.

Mas crise é também julgamento, exame, avaliação. E, nesse repensar, as perguntas: o que acontecerá com o jornalismo impresso? Qual o futuro da mídia? Vale começar, contudo, com o que está acontecendo agora; com o presente da mídia.

Esta conjuntura de 2009, em que o Jornal do Brasil celebra seus 118 anos, é a de um mundo em que:

– a maior empresa de mídia, o Google, não produz um único grama de conteúdo sequer;

– jornais comem poeira da TV, Rádios, Instant Messengers e noticiosos on-line nos chamados “furos”, cada vez mais raros – e, vale dizer, dispensáveis – na mídia impressa;

– na Wikipedia, a enciclopédia colaborativa on-line, há 12 vezes mais verbetes do que na Enciclopédia Britânica, com diferencial de erros desprezível;

– o New York Times, maior marca de mídia impressa do planeta, perdeu 50% de sua circulação paga nos últimos 5 anos;

– o Clarín, jornal argentino, o maior da América Latina, não tem um assinante sequer;

– a redação do maior jornal de economia em espanhol, o Expansión, funciona numa laje de 120 m² em Madri;

– no Brasil, onde a densidade digital da sociedade ainda é relativamente baixa, a venda de celulares ultrapassa a de computadores, que por seu turno supera a de televisores;

– um em cada 4 indivíduos encontra-se plugado na internet;

– centros dinâmicos de empreendedorismo e conhecimento como Boston, Seattle e São Francisco estão perdendo seus tradicionais Globe, Post-Intelligencer e Chronicle. O Boston Globe, a propósito, comprado pelo Grupo NYT há 16 anos por US$ 1 bilhão, está à venda nesta semana por US$ 12 milhões.

A julgar por esse quadro, parece anacrônica a questão se os jornais um dia irão acabar. Com base no fracasso de modelos de negócios tradicionais, eles já acabaram.

Como explicar então o inegável fato de que as pessoas estão cada vez mais bem informadas, que nunca se consumiram doses tão abundantes de notícias, análises, opiniões; que nunca o jornalismo repercutiu tanto.

Além de apontar o óbvio paradoxo de que a disponibilidade da informação vem (fatalmente, para a imprensa) acompanhada de gratuidade, há que sublinhar: não é apenas a mídia (meios) que mudou, mas também a origem e os destinos da informação.

A origem, há um tempo restrita à Redação própria de cada jornal, hoje está no universo de sites, agências de notícias, blogs, vlogs, universidades, nas empresas de qualquer ramo. Circula, enfim, no ciberespaço.

O destino, na mesma medida, que segmentava, por mídia, o tipo de consumidor em suas várias formas (leitor, ouvinte, telespectador, internauta, etc.) condensa-se progressivamente graças à convergência tecnológica.

O grande sucesso da editoria Sociedade Aberta, neste Jornal do Brasil, é exemplo vivo disso. Nenhum jornal do país traz tantos artigos de opinião dos mais diferentes matizes ideológicos e técnicos da sociedade quanto o JB.

Daí surgir mesmo um novo profissional de mídia. Muito preparo e talento na comunicação via texto, som, vídeo. Distinto do profissional passivo, pautado, monomídia, apenas “jornalista”.

Ele hoje tem de ser um publisher capaz de operar em várias plataformas e atento aos vários aspectos do “negócio” além do conteúdo. E, é claro, uma fixação com o aprimoramento constante que beira o “apenas os paranóicos sobrevivem”, conforme o ensinamento de Andrew Grove, o fundador da Intel. Se ele é este profissional, então neste novo mundo ele é um sujeito de grande importância e alcance sempre.

O jornal escrevia para o leitor. A marca de mídia terá, contudo, de estar com o consumidor em toda dimensão de sua cidadania informacional.

Nos países da OCDE, por exemplo, onde são altos os índices de leitura e de alfabetização digital, o tempo médio diário de um leitor com o jornal na mão é de apenas 22 minutos. Fica, no entanto, com seu computador ligado durante 8 horas por dia; seu celular por 16 horas.

No Brasil, a situação não é muito diferente. No futuro breve, jornais diários de grande circulação serão quase que sinais de subdesenvolvimento ou atraso digital de um país. Não é de estranhar que nos EUA, em 2008, mais pessoas obtiveram suas notícias gratuitamente na Internet do que em jornais ou revistas pelas quais tenham pago algum dinheiro. Será que nesse mundo faz algum sentido o lema do New York Times “all the news that's fit to print”?

Talvez aí esteja a chave para o futuro dos jornais. Deixarão de ser newspapers em mais de um sentido, já que são derrotados ingloriamente na corrida tecnológica da notícia e nos custos (econômicos e ambientais) do papel.

De modo crescente – e irreversível – as notícias (news) vão para o digital, para o tempo real gratuito e, onde houver aprofundamento e exclusividade, para um modelo pago e portanto economicamente sustentável.

Daí a importância dos diferenciais, como já apresenta o jb.com.br, nos blogs, serviços e pesquisas que funcionam como atrativos de tráfego. O impacto da enquete online do JB sobre o Obelisco de Ipanema ilustra a pulsão vital deste elo entre o jornal e sua comunidade.

E o papel? Os jornais haverão de se tornar journals. “Diários”, a bem dizer, não como algo impresso a cada dia, mas na dimensão quase afetiva do objeto físico onde se depositam (Querido Diário, hoje eu...) impressões, análises e opiniões sobre aquilo que se vive e viveu. A Economist, “revista” mais influente do mundo, gosta de se definir como journal.

No limite, a missão – e a chance – dos jornais impressos será rever o cotidiano com os olhos da razão. É isso. Rever. Jornais impressos serão revistas. E, no nosso caso, este caminho será trilhado de mãos dadas entre o jornal e os milhares que amam e torcem pelo JB.

(*) CEO da Companhia Brasileira de Multimídia - Texto de 11/04/09"

domingo, 12 de abril de 2009

Emoção até o fim!

Foram de tirar o fôlego as semifinais dos campeonatos estaduais do Rio de Janeiro e São Paulo. Os resultados de certa maneira surpreenderam, pela goleada do Botafogo sobre o Vasco e pelas viradas de Santos e Corinthians. Porém, do ponto de vista de que em clássicos tudo é possível, os resultados refletiram a magia que é o futebol.

No sábado, coube ao Botafogo antecipar a Páscoa aos Vascainos. Um acachapante 4 x 0 levou o Glorioso a final da Taça Rio, e caso vença a decisão, será campeão carioca de 2009 sem a necessidade de finais. Neste jogo, o destaque positivo foi o atacante alvinegro Maicosuel, que com dois gols e uma excelente atuação, passeou diante do espaço deixado pelo lado direito do Vasco, principalmete pela má atuação de Paulo Sérgio, o destaque negativo.

Ainda no sábado, o Santos bateu o favorito Palmeiras de virada, por 2 a 1, e ficou a um empate das finais do Paulistão. O garoto Neymar mais uma vez foi decisivo, marcando um gol. Resta ao Palmeiras agora se concentrar para o duelo decisivo contra o Sport Recife, nesta próxima quarta, pela Libertadores.

No Domingo, dia da Páscoa. Chocolates, bacalhau, e dois belos espetáculos de futebol. No Rio, o Flamengo venceu o Fluminense por 1 a 0, gol do lateral esquerdo Juan, em uma falha tremenda de Fernando Henrique, e garantiu-se na briga para ser de maneira incostestável o maior campeão de estaduais do Rio. Hoje, o Mengo tem 30 títulos, igualmente ao Flu. Destaque para Kléberson, dono do meio-campo rubro-negro. Já o Tricolor, decepcionou com as apagadas atuações de seus craques Conca, Thiago Neves e Fred. Agora a Taça Rio terá na final Flamengo x Botafogo.

No Pacaembu, o Corinthians emocionou a sua Fiel torcida. O São Paulo saiu na frente, logo em seguida o Coringão empatou, e o resultado ia se arrastando por todo o jogo quando, já no fim, Cristhian fez o gol da virada e explodiu a galera que lotava as arquibancadas. Resultado que inverte a vantagem de empate ao Corinthians. Para o São Paulo, resta a vitória por qualquer placar, para chegar as finais.

Grandes duelos, fortes emoções. Domingo que vem teremos mais!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Identidade em crise

E após várias especulações sobre a sua situação, o atacante da Internazionale de Milão e da Seleção Brasileira, Adriano, concedeu uma entrevista coletiva revelando que "dará um tempo" indeterminado em sua carreira.

Declarando estar sofrendo pressão na Itália, o jogador tomou a decisão surpreendente e disse que isto nada tem a ver com depressão, drogas, alcoolismo e um suposto envolvimento com traficantes de drogas na favela de Vila Cruzeiro, localizada na cidade do Rio de Janeiro.

Vários psicólogos consultados pelos veículos de imprensa chegaram praticamente a uma mesma conclusão: A ascensão financeira do atacante pode ter causado uma crise de identidade. A fama e os holofotes podem ter pressionado ele.

Quem conhece o mundo o futebol sabe que 99% dos jogadores bem sucedidos - o que não é a realidade do futebol, já que a maioria é assalariado - provém de uma origem muito humilde, pobre e repentinamente ascende para a riqueza meteórica, de cifras muitas vezes incalculáveis. Se não houver um trabalho, iniciado com a base familiar, para preparar o atleta para esta drástica mudança, esses casos de "crises de identidade" continuarão acontecendo.

Não é inédito, e visto que atualmente esta situação acontece cada vez mais precoce, com jogadores de 17, 18 anos, poderemos ter outros casos como este. Especificamente com o Adriano, desde o falecimento de seu pai, seu grande incentivador e curador, os sucessivos casos de desvirtuamento passaram a acontecer.

Sorte e recuperação rápida ao Imperador!

domingo, 5 de abril de 2009

Duelos de Titãs

Serão emocionantes os duelos pelas semifinais dos Campeonatos estaduais do Rio de Janeiro e São Paulo. Nos dois estados, os considerados quatro grandes clubes locais farão entre si os jogos decisivos rumo ao título estadual.

Em São Paulo, emoções até o último minuto para definir o último classificado, o Santos. O time venceu de virada a Ponte Preta por 3 a 2, e se une a Palmeiras, São Paulo e Corinthians. Os confrontos serão: Palmeiras x Santos; São Paulo x Corinthians.

Difícil apontar favorito, O Corinthians permanece invicto, o Santos chega com moral para a disputa após no peito e na raça, garantir a classificação. São Paulo e Palmeiras estão disputando ao mesmo tempo a Taça Libertadores em momento decisivo, e isso pode desviar o foco e desgastar fisicamente as equipes. Teremos fortes emoções.

No Rio, o Botafogo foi o último a garantir a classificação. Venceu o Resende por 4 a 0 e se mantém vivo para conquistar também a Taça Rio, pois já ganhou a Taça Guanabara e com isso pode ser Campeão Carioca sem a necessidade de finais. Em São Januário, O Vasco ratifica a ótima fase, e em uma tarde inspirada de Rodrigo Pimpão, goleou o Bangu por 4 a 0. O cruzmaltino foi o único a obter 100% de aproveitamento na Taça Rio e chega com moral nas semifinais.

No Maracanã, os já classificados Flamengo e Fluminense fizeram um jogo morno, mas com direito a parte quente no final. O Fluminense fez 1 a 0, e já contava com os três pontos e o confronto contra o Botafogo, quando o estreante Emerson empatou nos acréscimos, e definiu os confrontos em: Vasco x Botafogo; Flamengo x Fluminense. Certeza de "Maraca" lotado para os jogos.


Para quem desqualifica os estaduais, esta aí a prova de que esta competição é empolgante e vai novamente escrever mais um belo capítulo na história do nosso rico futebol brasileiro.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Para Tucano morrer de inVEJA:

Durante encontro do G-20, onde se reúnem os chefes de estado dos 20 maiores países do mundo, o famigerado presidente dos Estados Unidos, Barack Hussein Obama, em um momento de descontração, disse isso sobre o nosso presidente Lula:




Neste momento, deve ter um monte de tucanos batendo o bico por aí... VEJA só...

Dica de Turismo

Para alguns viajar significa luxuosidade. Eu digo que viajar é necessário, é remédio para a alma e para a mente, e hoje, cabe no bolso de qualquer um.

Estou de férias, e minha namorada e eu fomos à Petrópolis, região serrana do estado do Rio de Janeiro, mais precisamente em Nogueira, à menos de duas horas da capital fluminense. Ficamos hospedados no SESC de lá. Uma beleza, verde para todo o lado, ar puro, quarto confortável, atendimento excelente, som da natureza e para quem é conveniado do SESC, o preço é mais que atrativo.

E de lá você vai rapidamente aos pontos turísticos da cidade, conhecida por ser a "Cidade Imperial". Por alguns anos, durante o século XIX, a família real brasileira morou no município, e a casa onde os monarcas residiam, hoje é o Museu Imperial. Vale a pena visitar.

Tem também a Casa de Santos Dumont, o Palácio de Cristal, a Catedral de São Pedro e para o(a)s consumistas, a famosa Rua Teresa, onde tudo é baratinho!

Tudo isso somado a uma cidade organizada, limpa e bonita de se olhar.

Visite Petrópolis. Um belo passeio para os meses de tempo frio. Eu aprovo!

Ô dúvida cruel....

Responda depressa:

O que é melhor: Ver a seleção brasileira vencer o Peru por 3 a 0, reassumir a vice-liderança das Eliminatórias da Copa do mundo de 2010 ou ver a Argentina tomar uma baita goleada por 6 a 1 da Bolívia (!?), em La Paz, em uma altitude de 3000 metros, despencando para o quarto lugar ?

Obs.: Importa mesmo que foi na altitude a derrota? E a marra, derrubada, de Diego Maradona, tem preço?

Confesso que ao saber do resultado, não acreditei...

Quanto maior a altitude, maior a queda...

domingo, 29 de março de 2009

Falando em lógica...

Quem acreditaria em uma dobradinha de uma equipe estreante, recém formada, na abertura da temporada 2009 da Fórmula 1 com Rubens Barrichello na 2º posição? Há algumas semanas isso parecia improvável, mas a Brawn GP, com motor Mercedes, surpreendeu e mostrou que será uma equipe competitiva para este ano.

É o renascer das cinzas, como uma Fênix, para Barrichello...

Será que muita gente queimará a língua? a conferir...

Falta de atitude

Só o futebol, como modalidade esportiva, é capaz de trair qualquer lógica. Quem assistiu há pouco Equador x Brasil, jogo válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo - 2010, viu um Brasil apático, sem padrão tático e tomando uma canseira dos "ligeirinhos" do Equador, na altitude de Quito. Pelos lances, a goleada parecia inevitável, mas Júlio César, cada vez mais soberano no gol da seleção brasielira, evitou uma saraivada de gols com defesas excepcionais e garantiu o empate em 1 a 1.

A defesa, a todo tempo testada, se segurava como podia. Após 70 minutos de pressão exclusivamente equatoriana, o Brasil surpreendeu. Uma boa troca de passes colocou outro Júlio, o Baptista, que acabara de entrar em jogo, na cara de gol e com um belo chute, que contou com a sorte, marcou o gol do Brasil.

Jogando como um time pequeno, a seleção recuou e valorizou a posse de bola para segurar a vitória. O resultado favorável era surpreendente, injusto e ao mesmo tempo fantástico devido as circustâncias da partida.

Faltando um minuto para terminar, a muralha ruiu. Após cruzamento da direita, Júlio César ainda salvou no primeiro lance, mas no rebote da defesa, Noboa encheu o pé e marcou o gol de empate, tornando o resultado mais justo. Atuação abaixo da média, mas o resultado foi satisfatório. Júlio César se superou, foi o craque da partida e demonstrou a todos que a camisa 1 da nossa seleção já tem dono para a Copa de 2010.

sábado, 28 de março de 2009

Mudança de foco

Quando nos deparamos com manchetes que trazem o cotidiano violento de uma grande cidade como Rio de Janeiro e São Paulo por exemplo, geralmente associamos a evolução da violência com o despreparo / ineficiência da polícia militar e das autoridades responsáveis pela segurança pública.

A imprensa e consequentemente os cidadãos, acabam centralizando a responsabilidade desse caos urbano sobre a polícia, esquecendo-se de que este problema é em decorrência de outros fatores, que por incompetência das autoridades políticas e desatenção da sociedade em geral, são inferiorizados.

Exemplificando: De que adiantará o combate ao crime pela polícia se a educação, a saúde e o acesso a moradia e ao emprego continuarem precários para a população mais carente? Entendamos que é muito simplista reduzir o problema da violência à segurança pública. Enquanto não houver um planejamento sério nas áreas sociais, infelizmente teremos mais pessoas, independente de que lado estejam, pagando com a vida.